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O curso EaD “Educação para a Sustentabilidade: teoria e prática” teve três oferecimentos pelo Centro de Educação Continuada em Educação Matemática, Científica e Ambiental (CECEMCA) ligado à UNESP de Rio Claro. Por razões internas ao CECEMCA, optou-se por encerrar as atividades deste curso. Desta forma, este novo oferecimento, realizado através de outro vinculo institucional (Editora Na Raiz), visa permitir que mais pessoas tenham acesso ao material preparado, independentemente de sua localização geográfica.
O curso foi criado e será ministrado por Valdir Lamim-Guedes (CV: http://lattes.cnpq.br/3473994189361010, e-mail: lamimguedes@gmail.com, https://www.facebook.com/lamimguedes).

Veja a proposta completa do curso: https://drive.google.com/file/d/1yUXu8Nmp5WT1kN3_Gmg31rTsn7Jd03X2/view?usp=sharing

Formulário para manisfestar interesse em novos cursos: utilize este formulário https://goo.gl/forms/TtxMxZZBVwv9pTn13

 

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Resumo. Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA) são incentivos, financeiros ou não, para a conservação ambiental e a manutenção dos serviços ecossistêmicos. As iniciativas de PSA têm como princípio uma transição voluntária na qual um serviço ambiental, como a produção de água ou o desmatamento evitado, é adquirido de um provedor deste serviço condicionado ao compromisso da manutenção no oferecimento deste. Neste texto são apresentados três casos brasileiros de PSA: recursos hídricos, desmatamento evitado e a minimização dos conflitos entre proprietários rurais e grandes carnívoros. Estes três estudos de caso demonstram que a heterogeneidade é uma característica em relação aos PSA devido a algumas particularidades: diversidade de serviços ambientais, variedade de arranjos institucionais envolvidos nesses projetos e de fontes de financiamento. A conclusão geral é de que, apesar dos desafios e problemas enfrentados, é inegável o potencial dos PSA como mecanismos de geração de renda e estímulos a conservação ambiental.

Palavras-chave: Incentivos Fiscais e Financeiros; Desmatamento; Degradação Ambiental; Recursos Hídricos; Conflitos Socioambientais.

LAMIM-GUEDES, V.; FERREIRA, L. ; CARVALHO, P. P. P. ; CAMARGO, P. L. T. . Pagamento por serviços ambientais como instrumento para políticas públicas de conservação ambiental. INTERFACEHS, v. 12, p. 2-17, 2017.

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No começo do dia 29/fevereiro no Brasil, o autor norte-americano Leonardo DiCaprio ganhou o Oscar de melhor autor. Em seu discurso, surpreendeu a todos tratando de mudanças climáticas.

“Por último, só quero dizer isto: O Regresso trata da relação do homem com a natureza, uma natureza que todos sentimos em 2015 como o ano mais quente já registrado. Nossa produção precisou se deslocar ao ponto mais meridional deste planeta só para poder encontrar neve.

A mudança climática é real, está acontecendo agora mesmo. É a ameaça mais urgente que a nossa espécie precisa enfrentar. Precisamos trabalhar juntos e deixar de procrastinar. Precisamos apoiar os líderes de todo o mundo que não falam em nome das grandes corporações poluentes, mas sim de toda a humanidade, dos povos indígenas, de bilhões de pessoas desfavorecidas que serão as mais afetadas por tudo isto, das crianças e de tanta gente cujas vozes foram afogadas pela política da cobiça.

Obrigado a todos por este prêmio incrível desta noite. Não devemos encarar o planeta como algo garantido. Não encaro esta noite como algo garantido”.

Veja o discurso completo (texto)

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Resumo: A crise ambiental, melhor definida como socioambiental ou civilizatória, tem se tornado mais grave a cada dia devido às mudanças climáticas globais. Ações de Educação Ambiental (EA) não podem ignorar a seriedade da situação, mas também não podem cair em um fatalismo que leva à inação. Neste texto, buscamos problematizar alguns aspectos relacionados às mudanças climáticas e sugerimos algumas atividades.

Palavras-chave: pegada de carbono; crise ambiental; educação ambiental; mudanças climáticas.

LAMIM-GUEDES, V. Educação Ambiental e Mudanças Climáticas em Sala de Aula. Educação Ambiental em Ação, v. 54, 2015.

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Link para Download: goo.gl/lfOjp3

Ruínas à beira do Rio Douro, Porto, Portugal. Novembro de 2012.

RESUMO: Lê-se, neste ensaio, uma “estória” recontada. Desde a Grécia antiga, em que Natureza e divino se confundem, o Homem tenta domar e invadir o espaço do sagrado/natural. A tragédia se abate sobre o herói ao mesmo tempo em que este domina uma parte da Natureza. Esta mesma natureza, já não divinizada, mas ainda pungente, tenta reaver seu espaço, lenta como a divindade imortal, que não vê em si mesma um sentido de finitude e imediatismo, presentes no que é propriamente humano. Assim, caminhando pelas cidades impermeabilizadas pelo asfalto e concreto, a natureza ainda resiste e se reafirma infinita sobre a obra humana, quer num broto que nasce de uma rachadura do asfalto, de raízes que racham as calçadas ou de samambaias ou árvores que dominam ruínas abandonadas.

PALAVRAS-CHAVE: Ambiente. Natureza. Arte. Urbano. Percepção de Mundo.

ReferênciaGONTIJO-ROSA, C. J ; LAMIM-GUEDES, V. Ensaio sobre a luta da Natureza contra o desaparecimento. ClimaCom Cultura Científica – pesquisa, jornalismo e arte, v. 2, n, 3, 2015.

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RESUMO: O declínio de populações de polinizadores, com vários casos de desaparecimento destas, é um problema que tem sido registrado em várias regiões do mundo e que gera grande preocupação internacional, sendo um desafio para o cultivo de diversas plantas com interesse econômico e manutenção da biodiversidade. Há um consenso de que o declínio de polinizadores, como abelhas, borboletas e mariposas, de plantas de interesse econômico e nativas está ocorrendo devido à destruição ou alteração do ambiente, uso de pesticidas, parasitas, doenças e a introdução de espécies exóticas, que têm colocado em risco muitas espécies polinizadoras. Além destas pressões, há o risco de influência das mudanças climáticas, que para alguns autores é algo, aparentemente, focado em algumas espécies nativas. Contudo, há um aumento de evidências que endossam as preocupações em relação às mudanças climáticas, como será discutido neste texto.

PALAVRAS-CHAVE: Desaparecimento. Polinização. Serviços Ecossistêmicos. Produção Agrícola. Conservação da Biodiversidade.

ReferênciaLAMIM-GUEDES, V. Declínio de polinizadores e mudanças climáticas. ClimaCom Cultura Científica – pesquisa, jornalismo e arte, v. 2, n. 3, 2015.

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Resumo: A região metropolitana de São Paulo, com cerca de 20 milhões de pessoas, está em uma grave situação de escassez de água. Este texto, como uma reflexão para o Dia mundial da Água, aborda a problemática política que levou a crise de abastecimento de água na cidade de São Paulo. Apesar de ser influenciado por aspectos ambientais, incluindo uma média de chuvas abaixo do esperado e degradação ambiental, as opções políticas e o modelo de desenvolvimento são os maiores responsáveis pelo cenário atual. A solução para a crise hídrica inclui uma maior participação social, com maior posicionamento crítico dos cidadãos.

Palavras-chave: crise hídrica, gestão de recursos hídricos, democracia, justiça ambiental.

LAMIM-GUEDES, V. Crise da água na região metropolitana de São Paulo, Brasil. Global Education Magazine, v. 11, p. 95-99, 2015.

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