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Resumo: As biografias de Charles Robert Darwin (1809–1882), geralmente, são realizadas utilizando metodologias de estudos históricos ou técnicas jornalísticas. No entanto, há aquelas que falham por “esquecer” de detalhes sobre a vida de Darwin. Com isto, tem-se uma visão equivocada ou estereotipada, tanto do processo evolutivo de forma geral, como da contribuição darwiniana para este. Neste grupo de biografias com visão distorcida, estão incluídas aquelas obras de contestação à teoria evolucionista, defendendo uma visão religiosa, incluindo entre estas, livros didáticos de escolas confessionais.

Neste estudo, analisamos três materiais didáticos de Biologia da terceira série do Ensino Médio, sendo um confessional. Foram acessados os trechos referentes à teoria evolutiva, com maior atenção à descrição da vida de Darwin, sobre o seu processo de produção intelectual e a história do darwinismo. Analisamos como os fatos científicos e históricos são apresentados nestes trechos, sobretudo se têm respaldos na literatura científica dedicada à História da Ciência. Além disto, discutimos como a forma de apresentação destas informações pode influenciar na compreensão da teoria evolutiva, na Alfabetização Científica e a relevância do uso da História da Ciência no Ensino de Ciências.

Palavras-chave: Evolução Biológica. Darwin. Lamarck. Ensino de Ciências. Livro Didático.

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O curso EaD “Educação para a Sustentabilidade: teoria e prática” teve três oferecimentos pelo Centro de Educação Continuada em Educação Matemática, Científica e Ambiental (CECEMCA) ligado à UNESP de Rio Claro. Por razões internas ao CECEMCA, optou-se por encerrar as atividades deste curso. Desta forma, este novo oferecimento, realizado através de outro vinculo institucional (Editora Na Raiz), visa permitir que mais pessoas tenham acesso ao material preparado, independentemente de sua localização geográfica.
O curso foi criado e será ministrado por Valdir Lamim-Guedes (CV: http://lattes.cnpq.br/3473994189361010, e-mail: lamimguedes@gmail.com, https://www.facebook.com/lamimguedes).

Veja a proposta completa do curso: https://drive.google.com/file/d/1yUXu8Nmp5WT1kN3_Gmg31rTsn7Jd03X2/view?usp=sharing

Formulário para manisfestar interesse em novos cursos: utilize este formulário https://goo.gl/forms/TtxMxZZBVwv9pTn13

 

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Resumo: Com a crise ambiental, diversos museus, sobretudo científicos, incorporaram ou reforçaram nas suas atividades a difusão de informações sobre a conservação da natureza, passando a ser espaços de educação ambiental. Neste texto, tratamos da ação educativa dos museus, da relação destes com o seu público (estudantes e visitantes “não-escolar”), analisamos algumas ações de educação ambiental museais e discutimos sobre o papel social destas instituições na problemática socioambiental.
Palavras chave: Museus; Ação Educativa dos Museus; Educação Não-formal; Educação Ambiental; Biodiversidade.

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Leia a notícia da BBC 

CapturarO primeiro capítulo, intitulado Aproximações entre História da Ciência, Ensino de Ciências e Educação Ambiental, escrito pelo autor Valdir Lamim-Guedes, apresenta uma compreensão mais complexa do que é a Ciência, de sua História e de sua relação com o Ensino de Ciências e a Educação Ambiental, envolvendo especificamente os estudos sociais da Ciência. A proposta do autor é compreender a Ciência para questionar o uso e as informações científicas de modo que essa compreensão possa contribuir para uma educação científica e ambiental mais contextualizada e significativa. Apesar do referido estudo não apresentar discussões acerca da formação de professores (seja inicial ou continuada), o autor enseja que as informações apresentadas contribuam para a atuação docente e para um ensino mais relevante para os alunos, pois apresenta uma visão mais contextualizada e real da Ciência, como um produto da ação intelectual humana, dinâmico e passível de erros e questionamentos (Trecho da apresentação dos Organizadores).

LAMIM-GUEDES, V. Aproximações entre História da Ciência, Ensino de Ciências e Educação Ambiental. In: SOUSA, T. L.; SOUSA, J. M. (Orgs.). Ensino de ciências: perspectivas atuais. 1ed.Rio de Janeiro: Dictio Brasil, 2017, v. 1, p. 20-47.

Acesse o livro através do link https://drive.google.com/open?id=0B4uYprBdP-V8QUhQd0ItUUpwblk

 

Resumo: Alfabetização científica refere-se a um processo de obtenção de informações tecnocientíficas, mas também de compreensão de como a ciência funciona. Neste texto, partimos do conceito de alfabetização científica para analisar a relevância deste para o ensino de ciências e educação ambiental. No escopo deste trabalho, também trataremos das metodologias ativas, como a aprendizagem baseada na resolução de problemas e trabalhos de campo. Desta forma, os professores de ciências e educadores ambientais podem usar as perspectivas da alfabetização científica e das metodologias ativas para buscar um ensino mais crítico, contextualizado e que permita a formação de cidadãos que possam responder à crise civilizatória.

Palavras-chave: Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas; Temas Geradores, Paulo Freire; Crise Ambiental; Ciência.

Referência: LAMIM-GUEDES, V. Alfabetização científica, contextualização e metodologias ativas no ensino de ciências e educação ambiental. Ensino, Saúde e Ambiente, v. 10, n. 1, pp. 238-256, Abril, 2017.

Texto completo Disponível em <http://ensinosaudeambiente.uff.br/index.php/ensinosaudeambiente/article/view/632/280>.

Vídeo sobre o antropoceno indicado como recurso didático para tratar deste tema em ações educativas.

Resumo: O conceito de antropoceno está baseado no processo de modificação da natureza. As diferentes conceituações do termo indicam em seu significado um processo de transformação da natureza realizado em grande parte pela espécie humana. E tais transformações tem potencial de alterar profundamente a organização do planeta assim como o fizeram os grandes eventos que marcam o final e o início de uma nova era geológica. Neste texto,a partir da apresentação deste conceito, tratamos da problemática socioambiental que está relacionada a este. A seguir, tratamos da educação ambiental e de sua inserção neste debate. Por fim, propomos atividades focadas no conceito de antropoceno. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: crise ambiental; crise civilizatória; degradação ambiental;

MATOS, D. D. ; RODRIGUES, A. P. ; LIMA, R. C. ; LAMIM-GUEDES, V. . A inserção da educação ambiental na discussão sobre o Antropoceno. Educação Ambiental em Ação, v. 59, p. —, 2017; Meio de divulgação: Digital. Homepage: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2636;

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Resumo: A crise ambiental, melhor definida como socioambiental ou civilizatória, tem se tornado mais grave a cada dia devido às mudanças climáticas globais. Ações de Educação Ambiental (EA) não podem ignorar a seriedade da situação, mas também não podem cair em um fatalismo que leva à inação. Neste texto, buscamos problematizar alguns aspectos relacionados às mudanças climáticas e sugerimos algumas atividades.

Palavras-chave: pegada de carbono; crise ambiental; educação ambiental; mudanças climáticas.

LAMIM-GUEDES, V. Educação Ambiental e Mudanças Climáticas em Sala de Aula. Educação Ambiental em Ação, v. 54, 2015.

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