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Resumo: O uso de atividades lúdicas consiste em um importante recurso didático no ensino de temas socioambientais, tanto em espaços formais quanto não-formais, pois apresenta conteúdos, estimulando a sociabilidade e a criatividade e gerando, portanto, motivação e vontade de aprender. Esse trabalho propõe o uso de um jogo de cartas como método de reflexão e tomada de decisões acerca de grandes problemas socioambientais da atualidade.

Palavras-chave: Ecologia; Meio Ambiente; Desequilíbrio socioambiental.

MELO, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. Jogo Educar para a Sustentabilidade: o uso da ludicidade como ferramenta para reflexão e tomada de decisões. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

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Resumo: O texto apresenta um jogo didático de tabuleiro que aborda conceitos de meio ambiente e preservação. O objetivo com este jogo é de melhorar a relação ensino-aprendizagem, além de abordar a Educação Ambiental de forma atrativa e motivadora. Com isto, espera-se proporcionar aos jogadores desenvolvimento de capacidades e intervenção nos fenômenos ambientais e constituir material didático de apoio para ensino visando melhorar a compreensão dos assuntos que envolvem os temas abordados no jogo.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Jogo didático; Lúdico; Prática educativa;

COMETTI, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. . Jogo de Tabuleiro ?Vamos Brincar de Aprender?: subsidio para atividades educativas de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

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image002Figura: Escala de interferência humana na paisagem. A. Terras virgens; B. Coleta; C. Caça e pesca; D. Pastoreio; E. Agricultura; F. Indústria; G. Urbanização; H. Controle Climático; I. Fuga Exobiológica. Fonte: Dansereau (1999, p. 192).

Resumo: Perceber o papel da humanidade no funcionamento e degradação do planeta é uma ação importante e que favorece a tomada de consciência crítica e mudanças de comportamento e uma maior participação na vida democrática. Neste texto apresentamos três propostas de atividades que envolvem o debate sobre o Antropoceno e a Escala de Interferência Humana de Pierre Dansereau. A primeira proposta é uma oficina que pode ser realizada durante uma ou algumas aulas no ensino formal. As outras duas atividades, a partir da apresentação de conceitos, seguida por debates, os alunos desenvolverão desenhos ou tirar fotos de forma que os produtos finais podem ser uma exposição fotográfica ou um vídeo a ser publicado on-line. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: Antropoceno; Degradação Ambiental; Pierre Dansereau, Ecologia Humana.

Referência: OLIVEIRA, C. C.; SILVA, G. I.; MARTINS, I.; LAMIM-GUEDES, V. Antropoceno e a escala da interferência humana de Pierre Dansereau: atividades de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 58, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2601>.

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Resumo: A organização e realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio-2016 envolve um grande esforço dos entes públicos, com a execução de obras, da sociedade civil e da iniciativa privada, o que depois se tornará no chamado legado olímpico. Neste texto analisaremos a questão da sustentabilidade nos Jogos e o legado ambiental, consideraremos que esta análise engloba diversas dimensões, não sendo “apenas” ambiental, mas socioambiental. Desta forma, apresentaremos de forma geral a proposta de legado ambiental dos Jogos Rio-2016, o Plano de Sustentabilidade para a organização e contrapor com a efetivação destes e aspectos negligenciados. Discutiremos também a questão midiática envolvendo os Jogos, sobretudo as cerimônias de abertura e encerramento.

Palavras-chave: sustentabilidade; mídia; conflitos ambientais; socioambiental.

LAMIM-GUEDES, V.; TAGNIN, R. A. Legado dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio-2016: sustentabilidade, cobertura midiática e aspectos negligenciados. Revista Eletrônica de Iniciação Científica Tecnológica e Artística, v. 6, p. 4-9, 2016.

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Livro de banda desenhada (pdf) da autoria de Bruno Pinto (argumento), Penim Loureiro (desenho) e Quico Nogueira (cor), onde podemos acompanhar uma jornalista e um repórter de imagem enquanto fazem …

Fonte: Ebook gratuito: BD “Reportagem Especial – Adaptação às alterações climáticas em Portugal”

Acompanhe os post sobre o Dia do Biólogo através da categoria Dia do Biólogo

No Brasil, a profissão de Biólogo foi regulamentada Lei número 6.684 de 03 de setembro de 1979. Devido a isso instituiu-se o Dia do Biólogo nesta data.

Abaixo estão artes e postagens de 2016.

Aqui estão artes dos anos anteriores

Veja também

Dia do Biólogo 2013

COMO COMPREENDER E CONVIVER COM SEU AMIGO(A) OU NAMORADO(A) BIÓLOGO(A):

SOBRE SER BIÓLOGO

Um pouco do que é ser biólogo.

Armandinho e o Dia do Biólogo

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Foto:  Bandeira de Timor-Leste. Miguel Madeira, 12-maio-2012. Origem: http://www.publico.pt

 

Em 20/05/2002, O país, até então administrado pela ONU desde 1999, sob liderança do brasileiro Sergio Vieira de Mello (1948-2003), passou a ter um governo democraticamente eleito, marcando a restauração de independência em Timor-Leste.

Este blog acompanha a situação timorense desde 2011, sendo que em 2012, o autor morou no país do sudeste asiático. Desta forma, convido vocês a acessarem a categoria que reúne os posts: https://naraiz.wordpress.com/category/timor-leste/

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Resumo:  O que é Educação Ambiental (EA)? Temos uma definição clara a única para descrever esta área da educação que, cada vez mais, tem construído um histórico de mobilização e atuação na sociedade? Neste texto relatamos uma atividade desenvolvida em um curso de pós-graduação lato sensu de formação continuada de educadores ambientais na modalidade a distância. Em um fórum de interação, os alunos desta pós-graduação foram convidados a (a) selecionar uma definição de EA que eles se identificam; e (b) em qual(is) corrente(s) da EA eles encaixam suas as ações. Os participantes, de forma geral, elegeram poucas definições de EA e consideraram todas muito semelhantes, em relação às correntes, eles classificaram suas ações em várias correntes, sobretudo na “crítica social”. Como conclusão, entendemos que a diversidade de discursos – correntes – representa a complexidade da EA em suas diversas formas de interpretar as problemáticas socioambientais e de como reagir a estas. A retroalimentação entre as diversas correntes da EA e com outros movimentos sociais apresenta-se como uma forma de ter um debate mais rico e diversificado em prol da sustentabilidade e igualdade.

Palavras-Chave: Justiça Ambiental; Sustentabilidade; Conceitos; Movimentos Sociais.

Referência: LAMIM-GUEDES, V.. Educação Ambiental: uma ou várias? Debate entres educadores ambientais mediado pela internet. Educação Ambiental em Ação, v. 55, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2305>.

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