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Convocatoria a Congreso Educación para la Sustentabilidad Universitaria

Estimados amigos:

Con mucha alegría me permito hacerles llegar a todos ustedes las bases de la convocatoria al Congreso Iberoamericano de Educación para la Sustentabilidad Universitaria que, organizado por la Red Campus Sustentable de Chile y la Universidad Tecnológica Metropolitana, realizaremos en Noviembre en Santiago.
Lo hemos pensado como instancia para mostrar los avances más recientes de nuestras universidades en este campo y por ello les pedimos que extiendan la invitación a sus universidades miembros para que quienes tienen experiencias, estudios o investigaciones notables se interesen en participar.
Les adjunto además las bases en pdf y el afiche del congreso en jpg para una mayor facilidad en la difusión.. Estaré muy atento a todas sus consultas.
Saludos
Oscar Mercado Muñoz
(UTEM / RED CAMPUS SUSTENTABLE)
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cover_issue_7Resumo: A crise civilizatória atual estimulou o desenvolvimento da Educação Ambiental (EA), que se consolida a partir da década de 1970. No Brasil, a institucionalização da EA passou por diversas etapas, culminando com a promulgação da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA). Embora a institucionalização tenha favorecido a inclusão da EA no ensino formal, ainda há diversos desafios a serem superados. O presente trabalho busca, através de uma pesquisa bibliográfica, refletir sobre estes desafios, com base nas seguintes perguntas: como fazer que a adoção de temas transversais seja eficiente? Como fazer EA nas escolas e universidades? Que experiências exitosas temos no Brasil? Essas perguntas são respondidas através de cinco exemplos de ações de EA realizadas na educação básica e dois exemplos de ações realizadas no ensino superior. Conclui-se que há muito material disponível sobre teoria, filosofia e epistemologia da EA, além de um número razoável de relatos da prática docente. Nesse cenário, uma das principais necessidades para que a EA brasileira continue a caminhar em direção ao pleno atendimento de seus objetivos, conforme determina a PNEA, é o investimento na formação inicial e continuada dos educadores ambientais, tendo como norte a teoria praticante e a prática teorizante.

GARCIA ARAUJO, João Pedro; LAMIM-GUEDES, Valdir. Uma breve reflexão sobre os desafios da educação ambiental no ensino formal brasileiro. Runae: Revista Científica de Investigación Educativa, v. 1, n. 1, p. 149-165, feb. 2018.

Texto completo

O curso EaD “Educação para a Sustentabilidade: teoria e prática” teve três oferecimentos pelo Centro de Educação Continuada em Educação Matemática, Científica e Ambiental (CECEMCA) ligado à UNESP de Rio Claro. Por razões internas ao CECEMCA, optou-se por encerrar as atividades deste curso. Desta forma, este novo oferecimento, realizado através de outro vinculo institucional (Editora Na Raiz), visa permitir que mais pessoas tenham acesso ao material preparado, independentemente de sua localização geográfica.
O curso foi criado e será ministrado por Valdir Lamim-Guedes (CV: http://lattes.cnpq.br/3473994189361010, e-mail: lamimguedes@gmail.com, https://www.facebook.com/lamimguedes).

Veja a proposta completa do curso: https://drive.google.com/file/d/1yUXu8Nmp5WT1kN3_Gmg31rTsn7Jd03X2/view?usp=sharing

Formulário para manisfestar interesse em novos cursos: utilize este formulário https://goo.gl/forms/TtxMxZZBVwv9pTn13

 

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Imagem da entrada do Estádio do Pacaembu, São Paulo-SP, onde está localizado o Museu do Futebol. Fonte: Kfouri (2017).

Resumo: Neste texto apresentamos um roteiro de visita ao Museu do Futebol, localizado em São Paulo-SP, com destaque para aspectos que não são o objeto central da exposição de longa permanente desta instituição, isto é, focamos a nossa proposta em discutir temas como a emergência da questão socioambiental, responsabilidade social empresarial, acessibilidade, racismo e gênero. Com este roteiro, esperamos incentivar visitas a esta instituição museal, assim como a outras, de forma a favorecer um debate interdisciplinar envolvendo aspectos de temas socioambientais.

Palavras-chave: Sustentabilidade; Educação Museal; Museu; Educação Ambiental Não-formal.

LAMIM-GUEDES, V.. Proposta de roteiro de visita museal para discutir futebol, meio ambiente e responsabilidade social empresarial. EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM AÇÃO, v. 62, 2017.

Texto completo

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Resumo: Com a crise ambiental, diversos museus, sobretudo científicos, incorporaram ou reforçaram nas suas atividades a difusão de informações sobre a conservação da natureza, passando a ser espaços de educação ambiental. Neste texto, tratamos da ação educativa dos museus, da relação destes com o seu público (estudantes e visitantes “não-escolar”), analisamos algumas ações de educação ambiental museais e discutimos sobre o papel social destas instituições na problemática socioambiental.
Palavras chave: Museus; Ação Educativa dos Museus; Educação Não-formal; Educação Ambiental; Biodiversidade.

Acesse o texto completo

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RESUMO: Neste texto, apresentamos ações de educação ambiental e ensino de biologia desenvolvidas no Instituto Educadores Sem Fronteiras (ESF), São Paulo-SP, envolvendo uma abordagem interdisciplinar, lúdica, tecnologias de informação e comunicação, incentivo à participação dos alunos e a contextualização. Relatamos aulas integradas de biologia e química sobre crise hídrica, árvore da vida e estados da matéria e atividades desenvolvidas em algumas aulas, como projeto, e ações extraclasse. O processo aprendizagem foi contínuo, sendo desenvolvido ao longo do ano e não de forma pontual, em concordância com os principais pressupostos da educação ambiental e científica. Relevante e fundamental para o processo foi o intenso engajamento dos alunos no debate socioambiental, durante as atividades descritas.
PALAVRAS-CHAVE: Contextualização. Pedagogia socioconstrutivista. Interdisciplinaridade. Educação em ciências não-formal. Educação ambiental não-formal.

REnBio – Revista de Ensino de Biologia da SBEnBio – ISSN: 1982-1867 – vol. 10, n. 1, p. 22-38, 2017. Disponível em http://www.sbenbio.org.br/revista/index.php/sbenbio/article/view/40/4

No começo de 2017, foi lançado o livro Educação Ambiental na Educação Básica: Entre a disciplinarização e a transversalidade da temática socioambiental. Esta obra foi um passo inicial no qual analisamos o embate entre diferentes visões sobre a Educação Ambiental (EA) Escolar, de forma que nos posicionamos a favor da transversalidade da questão socioambiental e contra a disciplinarização da EA representada pelo Projeto de Lei do Senado 221/2015. O exercício de reflexão realizado neste livro possibilitou a emergência de diversas dúvidas que orientam esta chamada:

  • Como fazer com que a adoção de temas transversais seja eficiente e eficaz?
  • Como desenvolver ações de EA nas instituições educativas em seus diferentes níveis educacionais, desde a educação infantil até os programas de pós-graduação e ambientalização curricular, que adotem o princípio da transversalidade?
  • Como desenvolver ações de EA em espaços não-formais de maneira transversal?
  • Quais experiências exitosas temos no Brasil?

Neste contexto, iniciamos com esta chamada o processo de organização de uma segunda obra, que vai além da discussão disciplinarização X transversalidade, demonstrando ações inovadoras e transversais de educação ambiental. Desta forma, convidamos as educadoras e educadores ambientais, assim como outros profissionais, que adotam em suas práticas o princípio da TRANSVERSALIDADE a escrever um texto para esta obra.

A proposta deste livro emerge da importância de darmos visibilidade às práticas pedagógicas, em diversos contextos (formais e não formais), que conseguem vencer os desafios da educação tradicional, fragmentadora, e trabalhar com a transversalidade. O capítulo deve apresentar uma descrição da prática desenvolvida acompanhada de uma análise à luz de referenciais teóricos;

Normas

  • Formato do arquivo de texto (.doc, .docx ou similar, preferencialmente, .docx);
  • Fonte: Times New Roman;
  • Tamanho da fonte: 12;
  • Texto justificado;
  • Espaçamento: 1,5 entre linhas, sem espaço entre os parágrafos (sem espaçamento antes e depois) e com recuo de 1,25 cm na primeira linha de cada parágrafo. Exceto as referências que são alinhadas à esquerda;
  • Cabeçalho simples: título/autores/instituições. Capa: não incluir.
  • Extensão: O texto deve extensão entre 10 e 20 páginas.
  • Plágio: os capítulos serão analisados por ferramenta anti-plágio, assim, é essencial que todas as fontes das informações sejam indicadas, assim como evitem auto-plágio.
  • Avaliação: a avaliação dos textos será realizada pelos organizadores, seguida pela dupla leitura às cegas entre os autores.

A obra será, inicialmente, submetida às editoras comerciais para averiguar o interesse. Em caso negativo, faremos a auto-publicação (pdf com ISBN disponibilizado na internet).

Data limite para envio: 31/dezembro/2017

Envio: os textos devem ser enviados para os e-mails lamimguedes@gmail.com e rafael.araujo.monteiro@gmail.com, assim como dúvidas e comentários.

Valdir Lamim-Guedes

Rafael de Araujo Arosa Monteiro

Organizadores

CapturarO primeiro capítulo, intitulado Aproximações entre História da Ciência, Ensino de Ciências e Educação Ambiental, escrito pelo autor Valdir Lamim-Guedes, apresenta uma compreensão mais complexa do que é a Ciência, de sua História e de sua relação com o Ensino de Ciências e a Educação Ambiental, envolvendo especificamente os estudos sociais da Ciência. A proposta do autor é compreender a Ciência para questionar o uso e as informações científicas de modo que essa compreensão possa contribuir para uma educação científica e ambiental mais contextualizada e significativa. Apesar do referido estudo não apresentar discussões acerca da formação de professores (seja inicial ou continuada), o autor enseja que as informações apresentadas contribuam para a atuação docente e para um ensino mais relevante para os alunos, pois apresenta uma visão mais contextualizada e real da Ciência, como um produto da ação intelectual humana, dinâmico e passível de erros e questionamentos (Trecho da apresentação dos Organizadores).

LAMIM-GUEDES, V. Aproximações entre História da Ciência, Ensino de Ciências e Educação Ambiental. In: SOUSA, T. L.; SOUSA, J. M. (Orgs.). Ensino de ciências: perspectivas atuais. 1ed.Rio de Janeiro: Dictio Brasil, 2017, v. 1, p. 20-47.

Acesse o livro através do link https://drive.google.com/open?id=0B4uYprBdP-V8QUhQd0ItUUpwblk

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Resumo: O uso de atividades lúdicas consiste em um importante recurso didático no ensino de temas socioambientais, tanto em espaços formais quanto não-formais, pois apresenta conteúdos, estimulando a sociabilidade e a criatividade e gerando, portanto, motivação e vontade de aprender. Esse trabalho propõe o uso de um jogo de cartas como método de reflexão e tomada de decisões acerca de grandes problemas socioambientais da atualidade.

Palavras-chave: Ecologia; Meio Ambiente; Desequilíbrio socioambiental.

MELO, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. Jogo Educar para a Sustentabilidade: o uso da ludicidade como ferramenta para reflexão e tomada de decisões. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

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