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Vídeo sobre o antropoceno indicado como recurso didático para tratar deste tema em ações educativas.

Resumo: O conceito de antropoceno está baseado no processo de modificação da natureza. As diferentes conceituações do termo indicam em seu significado um processo de transformação da natureza realizado em grande parte pela espécie humana. E tais transformações tem potencial de alterar profundamente a organização do planeta assim como o fizeram os grandes eventos que marcam o final e o início de uma nova era geológica. Neste texto,a partir da apresentação deste conceito, tratamos da problemática socioambiental que está relacionada a este. A seguir, tratamos da educação ambiental e de sua inserção neste debate. Por fim, propomos atividades focadas no conceito de antropoceno. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: crise ambiental; crise civilizatória; degradação ambiental;

MATOS, D. D. ; RODRIGUES, A. P. ; LIMA, R. C. ; LAMIM-GUEDES, V. . A inserção da educação ambiental na discussão sobre o Antropoceno. Educação Ambiental em Ação, v. 59, p. —, 2017; Meio de divulgação: Digital. Homepage: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2636;

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Figuras a-f: a) e b) Paisagem do município de Dom Viçoso; c), d) e e) moradores  de Dom Viçoso que utilizam plantas medicinais; f) Eucalyptus sp. ; g) Plectranthus barbatus Andrews.

Resumo: Realizou-se um levantamento de plantas medicinais em relação ao uso, modo de preparo e frequência de uso das mesmas utilizadas pelos moradores no Município de Dom Viçoso, Minas Gerais. Foram realizadas entrevistas de março a maio de 2009, com pessoas de ambos os sexos. Foram realizadas 15 entrevistas, a partir das quais foram registradas 36 espécies de plantas consideradas medicinais, distribuídas em 17 famílias botânicas. Nesse contexto, verificou-se que o uso tradicional de plantas medicinais vem perdendo espaço gradativamente ao longo das gerações para outras formas de tratamento, situação que deve ser revertida em vista dos benefícios para a população das plantas medicinais.

Palavras-chave: Plantas medicinais; Ecologia de Saberes; Fitoterapia.

PAIS, C. J. ; LAMIM-GUEDES, V. . Conhecimento e uso popular de plantas medicinais em Dom Viçoso, MG: uma abordagem etnobotânica. Educação Ambiental em Ação, v. 59, 2017. Disponível em http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2701.

image002Figura: Escala de interferência humana na paisagem. A. Terras virgens; B. Coleta; C. Caça e pesca; D. Pastoreio; E. Agricultura; F. Indústria; G. Urbanização; H. Controle Climático; I. Fuga Exobiológica. Fonte: Dansereau (1999, p. 192).

Resumo: Perceber o papel da humanidade no funcionamento e degradação do planeta é uma ação importante e que favorece a tomada de consciência crítica e mudanças de comportamento e uma maior participação na vida democrática. Neste texto apresentamos três propostas de atividades que envolvem o debate sobre o Antropoceno e a Escala de Interferência Humana de Pierre Dansereau. A primeira proposta é uma oficina que pode ser realizada durante uma ou algumas aulas no ensino formal. As outras duas atividades, a partir da apresentação de conceitos, seguida por debates, os alunos desenvolverão desenhos ou tirar fotos de forma que os produtos finais podem ser uma exposição fotográfica ou um vídeo a ser publicado on-line. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: Antropoceno; Degradação Ambiental; Pierre Dansereau, Ecologia Humana.

Referência: OLIVEIRA, C. C.; SILVA, G. I.; MARTINS, I.; LAMIM-GUEDES, V. Antropoceno e a escala da interferência humana de Pierre Dansereau: atividades de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 58, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2601>.

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Resumo: A temática socioambiental tem vários conceitos, próprios ou adotados de outras áreas, sendo que é importante conhecermos suas definições, tanto para um uso adequado desta, como para integrar processos formativos. Assim, ouso de glossários pode ser uma ação educativa interessante. Alternativamente, a construção de um glossário pode ser uma ação educativa muito rica e interativa. Neste sentido, em ações de Educação a Distância (EaD) ou semipresencial, os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) dispõem de ferramentas para a construção coletiva de glossários. Neste texto apresentamos a construção colaborativa de um glossário de termos socioambientais desenvolvida em um curso de pós-graduação em educação ambiental.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Formação Continuada; Conceitos; Educação a Distância; Ambientes Virtuais de Aprendizagem.

Lamim-Guedes, V. Glossário de Termos Socioambientais: atividade de educação ambiental em um curso on-line. Educação Ambiental em Ação, v. 57, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigos.php?idsecao=29>.

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Figura 2: Escoamento em Áreas Impermeáveis.Fonte: Santos (2013).

Resumo: O ciclo hidrológico é o fenômeno de circulação de água entre a superfície do planeta e a atmosfera decorrente, basicamente, da influência da energia solar. Com o processo de urbanização, devido à redução de áreas verdes, o aumento da impermeabilização, canalização de corpos d’água,entre outras intervenções no ambiente, temos alterações no ciclo hidrológico, como o aumento do escoamento superficial e redução da infiltração da água no solo. As práticas educativas sobre o ciclo hidrológico devem considerar tais alterações. Nesse texto apresentamos uma proposta de atividade prática de educação ambiental, na qual aborda-se o ciclo da água em cidades, buscando uma maior contextualização no ensino deste tema, para que os alunos possam identificar as ações antrópicas que causam mudanças do ciclo hidrológico, podendo evitá-las ou mitigá-las.

Palavras-chave: Urbanização; Ciclo Hidrológico; Educação Ambiental; Planejamento Ambiental; Controle Social.

MONTERO, T. V. ; ALVES, M. C. ; LAMIM-GUEDES, V. Ciclo hidrológico em áreas urbanas. Educação Ambiental em Ação, v. 56, 2016.

Texto completo: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2330

Figura 8: Sala de aula ao ar livre.Fonte: Amandi Buzon Rodelli

RESUMO: O presente projeto Geração Sustentável surgiu da expectativa de transformar a realidade da Escola Estadual Professor Coriolano Monteiro, localizada em Campinas-SP. O objetivo deste projeto foi mobilizar o máximo de pessoas baseando-se nos princípios da Educação Ambiental, a fim de transformar o ambiente escolar e desenvolver novos valores, como a sustentabilidade. Inicialmente, foi realizado um diagnóstico socioambiental dos problemas locais e proposto um cronograma de ações para a construção de uma escola sustentável. As atividades começaram em 2013 e envolveram: criação de uma sala de aula ao ar livre;plantio de árvores nativas e plantas ornamentais;implantação de uma horta agroecológica;realização de compostagem de resíduos da merenda e de coletas domésticas; pinturas e grafites nas paredes;reutilização de materiais como caixotes de madeira, pneus, garrafas pet, latas de alumínio, revistas, óleo de cozinha; organização de eventos culturais, entre outras. Através deste projeto obtiveram-se resultados positivos, como a adesão e participação da comunidade escolar;parceria com universidades, empresas e outras instituições; criação de uma associação como um mecanismo para beneficiar os participantes; e o aprendizado dos alunos e funcionários exercendo a cidadania e o respeito com o meio ambiente.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Ambiental; Escola sustentável; Comunidade.

SANTOS, A. A. ; RODELLI, A. B.; LAMIM-GUEDES, V. . Projeto Geração Sustentável: transformando a realidade de uma escola pública através da educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 56, 2016.

Texto completo: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2329 

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Resumo:  O que é Educação Ambiental (EA)? Temos uma definição clara a única para descrever esta área da educação que, cada vez mais, tem construído um histórico de mobilização e atuação na sociedade? Neste texto relatamos uma atividade desenvolvida em um curso de pós-graduação lato sensu de formação continuada de educadores ambientais na modalidade a distância. Em um fórum de interação, os alunos desta pós-graduação foram convidados a (a) selecionar uma definição de EA que eles se identificam; e (b) em qual(is) corrente(s) da EA eles encaixam suas as ações. Os participantes, de forma geral, elegeram poucas definições de EA e consideraram todas muito semelhantes, em relação às correntes, eles classificaram suas ações em várias correntes, sobretudo na “crítica social”. Como conclusão, entendemos que a diversidade de discursos – correntes – representa a complexidade da EA em suas diversas formas de interpretar as problemáticas socioambientais e de como reagir a estas. A retroalimentação entre as diversas correntes da EA e com outros movimentos sociais apresenta-se como uma forma de ter um debate mais rico e diversificado em prol da sustentabilidade e igualdade.

Palavras-Chave: Justiça Ambiental; Sustentabilidade; Conceitos; Movimentos Sociais.

Referência: LAMIM-GUEDES, V.. Educação Ambiental: uma ou várias? Debate entres educadores ambientais mediado pela internet. Educação Ambiental em Ação, v. 55, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2305>.

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Resumo: A crise ambiental, melhor definida como socioambiental ou civilizatória, tem se tornado mais grave a cada dia devido às mudanças climáticas globais. Ações de Educação Ambiental (EA) não podem ignorar a seriedade da situação, mas também não podem cair em um fatalismo que leva à inação. Neste texto, buscamos problematizar alguns aspectos relacionados às mudanças climáticas e sugerimos algumas atividades.

Palavras-chave: pegada de carbono; crise ambiental; educação ambiental; mudanças climáticas.

LAMIM-GUEDES, V. Educação Ambiental e Mudanças Climáticas em Sala de Aula. Educação Ambiental em Ação, v. 54, 2015.

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Resumo: Os conceitos de desenvolvimento sustentável ou sustentabilidade não são homogêneos, variando da relação com três dimensões ou pilares – econômico, ambiental e social – para visões mais complexas, com diversas dimensões, como a inserção do aspecto cultural como variável a considerar. A percepção de que não há uma homogeneidade nos dois conceitos favorece uma percepção mais crítica da realidade. Neste sentido, relatamos uma atividade realizada em um curso de pós-graduação lato sensu em Educação Ambiental, na modalidade à distância. Trata-se de um fórum no qual é proposta a discussão sobre os diferentes entendimentos dos conceitos de desenvolvimento sustentável ou sustentabilidade. A diversidade de entendimentos apresentada pelos participantes permite a compreensão dos vários discursos em torno destes conceitos, situação que possibilita uma análise crítica da sociedade.

Palavras-chaves: Educação Ambiental; Educação à Distância; Discursos ambientais.

LAMIM-GUEDES, V. Desenvolvimento sustentável ou Sustentabilidade?. Educação Ambiental em Ação, v. 52, 2015.

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Leia também: Dimensões da sustentabilidade

Figura 01: Espécie representada no Minhocão de São Paulo no Projeto Ervas-SP. Foto: Ervas Sp (2015).

Resumo: Esse artigo explora o universo da Educação Ambiental em espaços urbanos, tendo como ponto de partida as intervenções artísticas para a sensibilização ambiental. Apresenta exemplos bem sucedidos de atividades deste cunho e estimula a adoção de práticas semelhantes pelos educadores.

Palavras-chave: Arte, Educação Ambiental, Espaço urbano.

Referência: PRADO, A ; LAMIM-GUEDES, V. Intervenções urbanas como ferramentas de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 51, 2015.

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