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Resumo:O texto apresenta um jogo de tabuleiro que proporciona de forma lúdica, reflexões sobre questões socioambientais presentes na Ilha de Santa Catarina, inserida no Bioma Mata Atlântica. O objetivo do material é contribuir com o conhecimento do lugar e de forma lúdica vivenciar a Educação Ambiental.

Palavras-chave: Lúdico,Mata Atlântica, Questões Socioambientais, Educação Ambiental.

MOSER, M. A. C. ; LAMIM-GUEDES, V. . Jogo “Trilha na Ilha”: a educação ambiental a partir do conhecimento da Ilha de Santa Catarina. Educação Ambiental em Ação, v. 61, 2017.

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Resumo: O uso de atividades lúdicas consiste em um importante recurso didático no ensino de temas socioambientais, tanto em espaços formais quanto não-formais, pois apresenta conteúdos, estimulando a sociabilidade e a criatividade e gerando, portanto, motivação e vontade de aprender. Esse trabalho propõe o uso de um jogo de cartas como método de reflexão e tomada de decisões acerca de grandes problemas socioambientais da atualidade.

Palavras-chave: Ecologia; Meio Ambiente; Desequilíbrio socioambiental.

MELO, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. Jogo Educar para a Sustentabilidade: o uso da ludicidade como ferramenta para reflexão e tomada de decisões. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

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Resumo: O texto apresenta um jogo didático de tabuleiro que aborda conceitos de meio ambiente e preservação. O objetivo com este jogo é de melhorar a relação ensino-aprendizagem, além de abordar a Educação Ambiental de forma atrativa e motivadora. Com isto, espera-se proporcionar aos jogadores desenvolvimento de capacidades e intervenção nos fenômenos ambientais e constituir material didático de apoio para ensino visando melhorar a compreensão dos assuntos que envolvem os temas abordados no jogo.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Jogo didático; Lúdico; Prática educativa;

COMETTI, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. . Jogo de Tabuleiro ?Vamos Brincar de Aprender?: subsidio para atividades educativas de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

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A Revista Educação Ambiental em Ação completa, nesta edição, quinze anos – 15 anos de edições trimestrais. Começamos com um grupo pequeno, com a ideia de que estaríamos suprindo a necessidade de divulgar temas ambientais. Em 2002 discutia-se mundialmente o aquecimento global. No Brasil, o debate girava sobre a aprovação da Lei de Gestão de Resíduos, as políticas de Educação Ambiental (EA); em 2006 O Congresso Ibero Americano de EA, em Joinville, discutia o Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNea), os resultados dos diversos debates luso-brasileiros e ibero-americanos sobre EA e meio ambiente. E foram gerando espaços para formação de grupos. Destes grupos surgiram materiais didáticos resultados de estudos, pesquisas, debates.

A revista começou com um sonho de um grupo em reunir materiais para disponibilizar a muitos, o que muitos praticavam isoladamente, e se tornou referência na Internet, no meio acadêmico, citações em bibliografias. Hoje, 15 anos depois, os nossos materiais contêm conhecimento na área de engenharias, saúde, arquitetura, administração empresarial, movimentos sociais, administração pública e escolar, entre outros. São 15 anos em que o grupo foi se alterando, que a ciência evoluiu, que a tecnologia desenvolveu métodos de eficiência grandiosa.

Ainda lembro quando começamos e de quando os primeiros artigos chegavam. Líamos durante dois meses, revisávamos, devolvíamos ao autor, aguardávamos, ajustávamos figuras, gráficos, organizávamos em pastas, e no final se transferia para a página da revista. Tudo era, e ainda é, combinado por e-mail. E a Bere virando as madrugadas para colocar tantos materiais na rede em tempo de lançar a revista na data divulgada; a nossa preocupação também era, e ainda é, com a qualidade e cumprir o prazo estabelecido. A nossa colaboradora e amiga Sol Karmel que participou ativamente desta construção, sempre ajudando. Foi ela quem providenciou a nossa ficha catalográfica, além de colaborar com envio de artigos, sugestões, sempre destacando a importância de um conteúdo com qualidade, sendo que fez parte do corpo editorial por diversos anos. O editor Júlio, através do seu amplo conhecimento em informática e tecnologia, foi o responsável pela criação do ambiente virtual que hoje está com um sistema bastante complexo para promover melhor interatividade entre autores e editores. Foi ele quem incrementou a nossa Revista com o design e a praticidade do sistema de inclusão de materiais.

E foi assim, a muitas mãos distantes, mas muito próximas em ideais, que a revista foi crescendo. Enfim, passaram-se 15 anos e o nosso agradecimento vai para todos os colaboradores que continuam abrilhantando a equipe da Educação Ambiental em Ação; para os leitores, que nos prestigiam com a leitura e divulgação da revista; para os profissionais que incrementaram EA nos seus temas de trabalhos e mudaram comportamentos nas atividades desenvolvidas, melhorando assim a qualidade ambiental.

Então, nesta edição, ao completar 15 anos, de sonhos, de trabalho, de amizades, de divulgação da EA, sabemos que o nosso caminho está só começando, e que vamos alcançar mais espaço nas áreas de conhecimento, pois juntos nos tornamos mais fortes e melhores.

Queremos dividir com todos esta nova e comemorativa edição, cheia de trabalhos de especial qualidade, em que pessoas se empenharam em fazer o melhor, pelo ensino, pela pesquisa, PELO MEIO AMBIENTE. Em tempos de valorização das Redes Sociais, Curtam, Compartilhem e Apreciem a nossa edição de quinze anos, que está recheada de muita emoção. São muitos os nossos colaboradores e todos são importantes para que estejamos comemorando esta data tão especial, então MUITO OBRIGADO, com muito carinho,.

Sandra Barbosa e equipe da revista Educação Ambiental em Ação

www.revistaea.org

Vídeo sobre o antropoceno indicado como recurso didático para tratar deste tema em ações educativas.

Resumo: O conceito de antropoceno está baseado no processo de modificação da natureza. As diferentes conceituações do termo indicam em seu significado um processo de transformação da natureza realizado em grande parte pela espécie humana. E tais transformações tem potencial de alterar profundamente a organização do planeta assim como o fizeram os grandes eventos que marcam o final e o início de uma nova era geológica. Neste texto,a partir da apresentação deste conceito, tratamos da problemática socioambiental que está relacionada a este. A seguir, tratamos da educação ambiental e de sua inserção neste debate. Por fim, propomos atividades focadas no conceito de antropoceno. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: crise ambiental; crise civilizatória; degradação ambiental;

MATOS, D. D. ; RODRIGUES, A. P. ; LIMA, R. C. ; LAMIM-GUEDES, V. . A inserção da educação ambiental na discussão sobre o Antropoceno. Educação Ambiental em Ação, v. 59, p. —, 2017; Meio de divulgação: Digital. Homepage: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2636;

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Figuras a-f: a) e b) Paisagem do município de Dom Viçoso; c), d) e e) moradores  de Dom Viçoso que utilizam plantas medicinais; f) Eucalyptus sp. ; g) Plectranthus barbatus Andrews.

Resumo: Realizou-se um levantamento de plantas medicinais em relação ao uso, modo de preparo e frequência de uso das mesmas utilizadas pelos moradores no Município de Dom Viçoso, Minas Gerais. Foram realizadas entrevistas de março a maio de 2009, com pessoas de ambos os sexos. Foram realizadas 15 entrevistas, a partir das quais foram registradas 36 espécies de plantas consideradas medicinais, distribuídas em 17 famílias botânicas. Nesse contexto, verificou-se que o uso tradicional de plantas medicinais vem perdendo espaço gradativamente ao longo das gerações para outras formas de tratamento, situação que deve ser revertida em vista dos benefícios para a população das plantas medicinais.

Palavras-chave: Plantas medicinais; Ecologia de Saberes; Fitoterapia.

PAIS, C. J. ; LAMIM-GUEDES, V. . Conhecimento e uso popular de plantas medicinais em Dom Viçoso, MG: uma abordagem etnobotânica. Educação Ambiental em Ação, v. 59, 2017. Disponível em http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2701.

image002Figura: Escala de interferência humana na paisagem. A. Terras virgens; B. Coleta; C. Caça e pesca; D. Pastoreio; E. Agricultura; F. Indústria; G. Urbanização; H. Controle Climático; I. Fuga Exobiológica. Fonte: Dansereau (1999, p. 192).

Resumo: Perceber o papel da humanidade no funcionamento e degradação do planeta é uma ação importante e que favorece a tomada de consciência crítica e mudanças de comportamento e uma maior participação na vida democrática. Neste texto apresentamos três propostas de atividades que envolvem o debate sobre o Antropoceno e a Escala de Interferência Humana de Pierre Dansereau. A primeira proposta é uma oficina que pode ser realizada durante uma ou algumas aulas no ensino formal. As outras duas atividades, a partir da apresentação de conceitos, seguida por debates, os alunos desenvolverão desenhos ou tirar fotos de forma que os produtos finais podem ser uma exposição fotográfica ou um vídeo a ser publicado on-line. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: Antropoceno; Degradação Ambiental; Pierre Dansereau, Ecologia Humana.

Referência: OLIVEIRA, C. C.; SILVA, G. I.; MARTINS, I.; LAMIM-GUEDES, V. Antropoceno e a escala da interferência humana de Pierre Dansereau: atividades de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 58, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2601>.

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Resumo: A temática socioambiental tem vários conceitos, próprios ou adotados de outras áreas, sendo que é importante conhecermos suas definições, tanto para um uso adequado desta, como para integrar processos formativos. Assim, ouso de glossários pode ser uma ação educativa interessante. Alternativamente, a construção de um glossário pode ser uma ação educativa muito rica e interativa. Neste sentido, em ações de Educação a Distância (EaD) ou semipresencial, os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) dispõem de ferramentas para a construção coletiva de glossários. Neste texto apresentamos a construção colaborativa de um glossário de termos socioambientais desenvolvida em um curso de pós-graduação em educação ambiental.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Formação Continuada; Conceitos; Educação a Distância; Ambientes Virtuais de Aprendizagem.

Lamim-Guedes, V. Glossário de Termos Socioambientais: atividade de educação ambiental em um curso on-line. Educação Ambiental em Ação, v. 57, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigos.php?idsecao=29>.

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Figura 2: Escoamento em Áreas Impermeáveis.Fonte: Santos (2013).

Resumo: O ciclo hidrológico é o fenômeno de circulação de água entre a superfície do planeta e a atmosfera decorrente, basicamente, da influência da energia solar. Com o processo de urbanização, devido à redução de áreas verdes, o aumento da impermeabilização, canalização de corpos d’água,entre outras intervenções no ambiente, temos alterações no ciclo hidrológico, como o aumento do escoamento superficial e redução da infiltração da água no solo. As práticas educativas sobre o ciclo hidrológico devem considerar tais alterações. Nesse texto apresentamos uma proposta de atividade prática de educação ambiental, na qual aborda-se o ciclo da água em cidades, buscando uma maior contextualização no ensino deste tema, para que os alunos possam identificar as ações antrópicas que causam mudanças do ciclo hidrológico, podendo evitá-las ou mitigá-las.

Palavras-chave: Urbanização; Ciclo Hidrológico; Educação Ambiental; Planejamento Ambiental; Controle Social.

MONTERO, T. V. ; ALVES, M. C. ; LAMIM-GUEDES, V. Ciclo hidrológico em áreas urbanas. Educação Ambiental em Ação, v. 56, 2016.

Texto completo: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2330

Figura 8: Sala de aula ao ar livre.Fonte: Amandi Buzon Rodelli

RESUMO: O presente projeto Geração Sustentável surgiu da expectativa de transformar a realidade da Escola Estadual Professor Coriolano Monteiro, localizada em Campinas-SP. O objetivo deste projeto foi mobilizar o máximo de pessoas baseando-se nos princípios da Educação Ambiental, a fim de transformar o ambiente escolar e desenvolver novos valores, como a sustentabilidade. Inicialmente, foi realizado um diagnóstico socioambiental dos problemas locais e proposto um cronograma de ações para a construção de uma escola sustentável. As atividades começaram em 2013 e envolveram: criação de uma sala de aula ao ar livre;plantio de árvores nativas e plantas ornamentais;implantação de uma horta agroecológica;realização de compostagem de resíduos da merenda e de coletas domésticas; pinturas e grafites nas paredes;reutilização de materiais como caixotes de madeira, pneus, garrafas pet, latas de alumínio, revistas, óleo de cozinha; organização de eventos culturais, entre outras. Através deste projeto obtiveram-se resultados positivos, como a adesão e participação da comunidade escolar;parceria com universidades, empresas e outras instituições; criação de uma associação como um mecanismo para beneficiar os participantes; e o aprendizado dos alunos e funcionários exercendo a cidadania e o respeito com o meio ambiente.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Ambiental; Escola sustentável; Comunidade.

SANTOS, A. A. ; RODELLI, A. B.; LAMIM-GUEDES, V. . Projeto Geração Sustentável: transformando a realidade de uma escola pública através da educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 56, 2016.

Texto completo: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2329 

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