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O curso EaD “Educação para a Sustentabilidade: teoria e prática” teve três oferecimentos pelo Centro de Educação Continuada em Educação Matemática, Científica e Ambiental (CECEMCA) ligado à UNESP de Rio Claro. Por razões internas ao CECEMCA, optou-se por encerrar as atividades deste curso. Desta forma, este novo oferecimento, realizado através de outro vinculo institucional (Editora Na Raiz), visa permitir que mais pessoas tenham acesso ao material preparado, independentemente de sua localização geográfica.
O curso foi criado e será ministrado por Valdir Lamim-Guedes (CV: http://lattes.cnpq.br/3473994189361010, e-mail: lamimguedes@gmail.com, https://www.facebook.com/lamimguedes).

Veja a proposta completa do curso: https://drive.google.com/file/d/1yUXu8Nmp5WT1kN3_Gmg31rTsn7Jd03X2/view?usp=sharing

Formulário para manisfestar interesse em novos cursos: utilize este formulário https://goo.gl/forms/TtxMxZZBVwv9pTn13

 

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Resumo: O uso de atividades lúdicas consiste em um importante recurso didático no ensino de temas socioambientais, tanto em espaços formais quanto não-formais, pois apresenta conteúdos, estimulando a sociabilidade e a criatividade e gerando, portanto, motivação e vontade de aprender. Esse trabalho propõe o uso de um jogo de cartas como método de reflexão e tomada de decisões acerca de grandes problemas socioambientais da atualidade.

Palavras-chave: Ecologia; Meio Ambiente; Desequilíbrio socioambiental.

MELO, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. Jogo Educar para a Sustentabilidade: o uso da ludicidade como ferramenta para reflexão e tomada de decisões. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

Acesse o texto completo

Figura 8: Sala de aula ao ar livre.Fonte: Amandi Buzon Rodelli

RESUMO: O presente projeto Geração Sustentável surgiu da expectativa de transformar a realidade da Escola Estadual Professor Coriolano Monteiro, localizada em Campinas-SP. O objetivo deste projeto foi mobilizar o máximo de pessoas baseando-se nos princípios da Educação Ambiental, a fim de transformar o ambiente escolar e desenvolver novos valores, como a sustentabilidade. Inicialmente, foi realizado um diagnóstico socioambiental dos problemas locais e proposto um cronograma de ações para a construção de uma escola sustentável. As atividades começaram em 2013 e envolveram: criação de uma sala de aula ao ar livre;plantio de árvores nativas e plantas ornamentais;implantação de uma horta agroecológica;realização de compostagem de resíduos da merenda e de coletas domésticas; pinturas e grafites nas paredes;reutilização de materiais como caixotes de madeira, pneus, garrafas pet, latas de alumínio, revistas, óleo de cozinha; organização de eventos culturais, entre outras. Através deste projeto obtiveram-se resultados positivos, como a adesão e participação da comunidade escolar;parceria com universidades, empresas e outras instituições; criação de uma associação como um mecanismo para beneficiar os participantes; e o aprendizado dos alunos e funcionários exercendo a cidadania e o respeito com o meio ambiente.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Ambiental; Escola sustentável; Comunidade.

SANTOS, A. A. ; RODELLI, A. B.; LAMIM-GUEDES, V. . Projeto Geração Sustentável: transformando a realidade de uma escola pública através da educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 56, 2016.

Texto completo: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2329 

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Resumo: O aumento populacional e a ação humana causaram no meio ambiente diversos problemas como aquecimento global, chuva ácida e perda de biodiversidade. No entanto, a partir da constatação da existência de uma crise, percebe-se que esta não é apenas ambiental, mas civilizatória. Neste contexto, o conceito de sustentabilidade trata da minimização dos problemas socioambientais e ao entendimento de que se deve ter um equilibro entre aspectos ecológicos, econômicos e socioculturais. Por outro lado, a busca pela sustentabilidade se mostra inalcançável se calcada apenas no desenvolvimento de soluções tecnológicas, exigindo muito mais do que apenas um “discurso verde”.

Referência: LAMIM-GUEDES, V.. Crise ambiental, sustentabilidade e questões socioambientais. Ciência em Tela, v. 6, p. 1-9, 2013.

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“Crise Hídrica e Direitos Humanos” – Resultado de uma colaboração entre a Aliança pela Água e o Coletivo de Luta pela Água, redes que reúnem mais de 150 ONGs, especialistas e movimentos sociais, incluindo Greenpeace e Idec, o documento apresenta evidências da violação a direitos humanos reconhecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Entre eles, constam:

1) o não atendimento do princípio da precaução para evitar a crise hídrica;
2) a superexploração dos recursos hídricos;
3) a não implantação de medidas de contingência previstas em lei;
4) a ausência de participação livre, ativa e significativa da população na gestão do recurso;
5) a interrupção arbitrária, não comunicada, ocultada e repentina do abastecimento;
6) o descumprimento da norma ABNT (que regula a pressão na rede);
7) o aumento indevido de tarifa;
8) e riscos à saúde.

Para acessar a versão completa do relatório, acesse:
http://goo.gl/ibWFSo
Disponível para download em pdf.

Figura 01: Espécie representada no Minhocão de São Paulo no Projeto Ervas-SP. Foto: Ervas Sp (2015).

Resumo: Esse artigo explora o universo da Educação Ambiental em espaços urbanos, tendo como ponto de partida as intervenções artísticas para a sensibilização ambiental. Apresenta exemplos bem sucedidos de atividades deste cunho e estimula a adoção de práticas semelhantes pelos educadores.

Palavras-chave: Arte, Educação Ambiental, Espaço urbano.

Referência: PRADO, A ; LAMIM-GUEDES, V. Intervenções urbanas como ferramentas de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 51, 2015.

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[Unesp Ciência] Em 1975, ano internacional da mulher, a ONU começou a celebrar o Dia Internacional da Mulher em 8 de março. Dois anos depois esta data passa a ser celebrada todos os anos dentro da Organização.

É quase que uma discussão lugar-comum que o dia 8 de março não esteja aí para celebrarmos a feminilidade da mulher, sua beleza, sua meiguice presenteando-a com uma flor. Ainda assim, todos os anos precisamos relembrar que há outras coisas a serem discutidas. Nem todas as mulheres são assim femininas, meigas, sensíveis, cada mulher é única em sua experiência, vivência e vida. Se ainda importa ao mundo violento que permaneçamos mulheres sensíveis, femininas, belas segundo um padrão imposto a nós e que estes sejam os únicos atributos que possuímos e que têm valor, é preciso deixar evidente que esta é uma prática carregada de machismos. E o machismo não é meigo, bonito, sensível, ele é uma violência de gênero. Diante disso, no dia 8 de março precisamos falar sobre as violências que as mulheres sofrem diariamente e lutar contra elas. O machismo é parte de um sistema hierárquico perverso de gênero, classe, raça, sexualidade, religião. E esse sistema, que funciona muito bem, pode, mais uma vez, também no dia 8 de março, ser questionado e enfrentado através da nossa resistência.

Leia o texto completo 

Acesse a reunião de posts deste blog sobre  #igualdadedegênero ‪#‎diaInternacionaldaMulher‬

 

Fonte da Imagem

08 de março: Dia Internacional da Mulher.

Leia também:

MULHERES E SUSTENTABILIDADE: UMA APROXIMAÇÃO ENTRE MOVIMENTO FEMINISTA E A EDUCAÇÃO AMBIENTAL

ENFRENTANDO UM MUNDO EM TRANSIÇÃO: MULHERES, POPULAÇÃO E CLIMA

MULHERES E SUSTENTABILIDADE

POR QUE TEM O DIA INTERNACIONAL DA MULHER?

“ONE WOMAN”: UMA CANÇÃO PARA A ONU MULHERES LANÇAR NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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