Por Janaína Quitério e Valdir Lamim-Guedes

Dossiê: Cultura Política. ComCiência No. 167 – 10/04/2015

O brasileiro se interessa por política? Essa foi a primeira pergunta feita para o professor de ciência política da Universidade Estadual de Maringá e do programa de pós-graduação da Universidade Federal do Paraná, Ednaldo Aparecido Ribeiro, que delineou o brasileiro como ‘pouco interessado’: “Dados do Latin American Public Opinion Project 2014 indicam que mais de 60% dos brasileiros manifestam ‘baixo’ ou ‘nenhum’ interesse por política”, aponta. Segundo ele, no contexto latino-americano, estamos na média, mas a situação é distinta quando o Brasil é comparado com nações de democracia mais antiga. “Na Alemanha, por exemplo, ‘os interessados’ e ‘muito interessados’ somam 62%, de acordo com dados levantados pela World Values Survey de 2014”, complementa.

Outra questão suscitada no tema é sobre o engajamento: a confiança – ou a falta dela – nas instituições democráticas influenciaria o envolvimento político dos brasileiros?

Leia a reportagem completa

Resumo: A região metropolitana de São Paulo, com cerca de 20 milhões de pessoas, está em uma grave situação de escassez de água. Este texto, como uma reflexão para o Dia mundial da Água, aborda a problemática política que levou a crise de abastecimento de água na cidade de São Paulo. Apesar de ser influenciado por aspectos ambientais, incluindo uma média de chuvas abaixo do esperado e degradação ambiental, as opções políticas e o modelo de desenvolvimento são os maiores responsáveis pelo cenário atual. A solução para a crise hídrica inclui uma maior participação social, com maior posicionamento crítico dos cidadãos.

Palavras-chave: crise hídrica, gestão de recursos hídricos, democracia, justiça ambiental.

LAMIM-GUEDES, V. Crise da água na região metropolitana de São Paulo, Brasil. Global Education Magazine, v. 11, p. 95-99, 2015.

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Valdir Lamim-Guedes:

Beijinho no ombro….

Publicado originalmente em Vi(ver) n_a Cidade:

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Figura 01: Espécie representada no Minhocão de São Paulo no Projeto Ervas-SP. Foto: Ervas Sp (2015).

Resumo: Esse artigo explora o universo da Educação Ambiental em espaços urbanos, tendo como ponto de partida as intervenções artísticas para a sensibilização ambiental. Apresenta exemplos bem sucedidos de atividades deste cunho e estimula a adoção de práticas semelhantes pelos educadores.

Palavras-chave: Arte, Educação Ambiental, Espaço urbano.

Referência: PRADO, A ; LAMIM-GUEDES, V. Intervenções urbanas como ferramentas de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 51, 2015.

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Fonte da imagem

[Unesp Ciência] Em 1975, ano internacional da mulher, a ONU começou a celebrar o Dia Internacional da Mulher em 8 de março. Dois anos depois esta data passa a ser celebrada todos os anos dentro da Organização.

É quase que uma discussão lugar-comum que o dia 8 de março não esteja aí para celebrarmos a feminilidade da mulher, sua beleza, sua meiguice presenteando-a com uma flor. Ainda assim, todos os anos precisamos relembrar que há outras coisas a serem discutidas. Nem todas as mulheres são assim femininas, meigas, sensíveis, cada mulher é única em sua experiência, vivência e vida. Se ainda importa ao mundo violento que permaneçamos mulheres sensíveis, femininas, belas segundo um padrão imposto a nós e que estes sejam os únicos atributos que possuímos e que têm valor, é preciso deixar evidente que esta é uma prática carregada de machismos. E o machismo não é meigo, bonito, sensível, ele é uma violência de gênero. Diante disso, no dia 8 de março precisamos falar sobre as violências que as mulheres sofrem diariamente e lutar contra elas. O machismo é parte de um sistema hierárquico perverso de gênero, classe, raça, sexualidade, religião. E esse sistema, que funciona muito bem, pode, mais uma vez, também no dia 8 de março, ser questionado e enfrentado através da nossa resistência.

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Acesse a reunião de posts deste blog sobre  #igualdadedegênero ‪#‎diaInternacionaldaMulher‬

 

Fonte da Imagem

08 de março: Dia Internacional da Mulher.

Leia também:

MULHERES E SUSTENTABILIDADE: UMA APROXIMAÇÃO ENTRE MOVIMENTO FEMINISTA E A EDUCAÇÃO AMBIENTAL

ENFRENTANDO UM MUNDO EM TRANSIÇÃO: MULHERES, POPULAÇÃO E CLIMA

MULHERES E SUSTENTABILIDADE

POR QUE TEM O DIA INTERNACIONAL DA MULHER?

“ONE WOMAN”: UMA CANÇÃO PARA A ONU MULHERES LANÇAR NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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