image002Figura: Escala de interferência humana na paisagem. A. Terras virgens; B. Coleta; C. Caça e pesca; D. Pastoreio; E. Agricultura; F. Indústria; G. Urbanização; H. Controle Climático; I. Fuga Exobiológica. Fonte: Dansereau (1999, p. 192).

Resumo: Perceber o papel da humanidade no funcionamento e degradação do planeta é uma ação importante e que favorece a tomada de consciência crítica e mudanças de comportamento e uma maior participação na vida democrática. Neste texto apresentamos três propostas de atividades que envolvem o debate sobre o Antropoceno e a Escala de Interferência Humana de Pierre Dansereau. A primeira proposta é uma oficina que pode ser realizada durante uma ou algumas aulas no ensino formal. As outras duas atividades, a partir da apresentação de conceitos, seguida por debates, os alunos desenvolverão desenhos ou tirar fotos de forma que os produtos finais podem ser uma exposição fotográfica ou um vídeo a ser publicado on-line. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: Antropoceno; Degradação Ambiental; Pierre Dansereau, Ecologia Humana.

Referência: OLIVEIRA, C. C.; SILVA, G. I.; MARTINS, I.; LAMIM-GUEDES, V. Antropoceno e a escala da interferência humana de Pierre Dansereau: atividades de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 58, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2601>.

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Resumo: A organização e realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio-2016 envolve um grande esforço dos entes públicos, com a execução de obras, da sociedade civil e da iniciativa privada, o que depois se tornará no chamado legado olímpico. Neste texto analisaremos a questão da sustentabilidade nos Jogos e o legado ambiental, consideraremos que esta análise engloba diversas dimensões, não sendo “apenas” ambiental, mas socioambiental. Desta forma, apresentaremos de forma geral a proposta de legado ambiental dos Jogos Rio-2016, o Plano de Sustentabilidade para a organização e contrapor com a efetivação destes e aspectos negligenciados. Discutiremos também a questão midiática envolvendo os Jogos, sobretudo as cerimônias de abertura e encerramento.

Palavras-chave: sustentabilidade; mídia; conflitos ambientais; socioambiental.

LAMIM-GUEDES, V.; TAGNIN, R. A. Legado dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio-2016: sustentabilidade, cobertura midiática e aspectos negligenciados. Revista Eletrônica de Iniciação Científica Tecnológica e Artística, v. 6, p. 4-9, 2016.

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Resumo: Qual o principal desafio para a educação no século XXI? Neste texto, buscamos responder a esta resposta discutindo sobre os temas: volume de informação que temos acesso diariamente, uso de TICs, as inovações e a atuação dos professores em sala de aula. Estes assuntos, quando relacionados entre si, exigem diversas habilidades e competências dos alunos entendidas como diferentes formas de alfabetização (científica, digital ou informática e a midiática), que são essenciais para o exercício da democracia. Atender às demandas do século XXI exige que as ações educativas favoreçam uma compreensão adequada da vida em sociedade, incluindo os direitos humanos, a igualdade e o desenvolvimento sustentável. Neste cenário, o professor é um facilitador da obtenção de conhecimento pelo aluno, sendo é essencial reconhecer o papel político da educação, como fez o educador brasileiro Paulo Freire (1921-1997) em sua obra, sobretudo ao apresentar uma concepção libertadora da educação.

Palavras-chave: Paulo Freire; Alfabetização Científica, Alfabetização Digital; Alfabetização Midiática.

LAMIM-GUEDES, V. As Diversas Alfabetizações: Desafios da Docência no Século XXI. Gestão Universitária, 31/08/2016.

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Livro de banda desenhada (pdf) da autoria de Bruno Pinto (argumento), Penim Loureiro (desenho) e Quico Nogueira (cor), onde podemos acompanhar uma jornalista e um repórter de imagem enquanto fazem …

Fonte: Ebook gratuito: BD “Reportagem Especial – Adaptação às alterações climáticas em Portugal”

Resumo: A temática socioambiental tem vários conceitos, próprios ou adotados de outras áreas, sendo que é importante conhecermos suas definições, tanto para um uso adequado desta, como para integrar processos formativos. Assim, ouso de glossários pode ser uma ação educativa interessante. Alternativamente, a construção de um glossário pode ser uma ação educativa muito rica e interativa. Neste sentido, em ações de Educação a Distância (EaD) ou semipresencial, os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) dispõem de ferramentas para a construção coletiva de glossários. Neste texto apresentamos a construção colaborativa de um glossário de termos socioambientais desenvolvida em um curso de pós-graduação em educação ambiental.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Formação Continuada; Conceitos; Educação a Distância; Ambientes Virtuais de Aprendizagem.

Lamim-Guedes, V. Glossário de Termos Socioambientais: atividade de educação ambiental em um curso on-line. Educação Ambiental em Ação, v. 57, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigos.php?idsecao=29>.

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Acompanhe os post sobre o Dia do Biólogo através da categoria Dia do Biólogo

No Brasil, a profissão de Biólogo foi regulamentada Lei número 6.684 de 03 de setembro de 1979. Devido a isso instituiu-se o Dia do Biólogo nesta data.

Abaixo estão artes e postagens de 2016.

Aqui estão artes dos anos anteriores

Veja também

Dia do Biólogo 2013

COMO COMPREENDER E CONVIVER COM SEU AMIGO(A) OU NAMORADO(A) BIÓLOGO(A):

SOBRE SER BIÓLOGO

Um pouco do que é ser biólogo.

Armandinho e o Dia do Biólogo

Acompanhe os post sobre o Dia do Biólogo através da categoria Dia do Biólogo

Para que tenhamos educadoras/es ambientais populares em todos os cantos do país, precisamos alimentar processos de formação, que permitam a reedição dos conhecimentos teóricos, para a mobilização na prática cotidiana pessoal e profissional de cada um de nós, na busca da mobilização por transformações na problemática socioambiental! Parabéns ao Senac por esta importante iniciativa: a pós-graduação em Educação Ambiental para a Sustentabilidade. Confira as informações abaixo:

O Centro Universitário do Senac Santo Amaro (São Paulo/SP) está com matrículas abertas para a pós-graduação lato sensu em “Educação Ambiental para a Sustentabilidade”, na modalidade a distância. Este curso é oferecido desde 2014 em 289 polos distribuídos em todo território nacional e tem duas entradas no ano (março e agosto). Para a próxima turma, que terá início em 17 de agosto, as inscrições vão até 1º. de agosto, pelo site http://www.ead.senac.br/pos-graduacao/educacao-ambiental-para-a-sustentabilidade/.
Este curso foi desenvolvido com base nos desafios socioambientais da contemporaneidade, sendo urgente a formação de pessoas com competências para atender às demandas ambientais atuais e desenvolver estratégias cada vez mais aprimoradas para lidar com processos extremamente complexos, sejam nas organizações públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos. A Educação tem papel fundamental no enfrentamento deste desafio. Nesse sentido, a sustentabilidade contribui potencialmente para que, por meio dos processos educativos, as pessoas reflitam, questionem valores, princípios, percebam a complexidade que envolve a vida no planeta e se convertam em agentes de transformação da realidade vivida.

Os princípios e fundamentos da Educação crítica e transformadora, que busca romper com o paradigma do conhecimento fragmentado e se guia pela compreensão da complexidade dos fenômenos atuais, são aqueles para os quais a Educação Ambiental vem chamando a atenção, desde o momento em que o termo foi cunhado.

Diante desse quadro, percebe-se a existência de um crescente mercado de trabalho para os egressos do curso de especialização, principalmente pelo fato de a Educação Ambiental acompanhar o debate mundial da necessidade urgente de mudança de comportamento das pessoas e instituições com relação às questões socioambientais. Com isso, vem ganhando relevância nos planos de sustentabilidade do setor corporativo, no setor público, nas instituições de ensino, bem como da opinião pública, constituindo um cenário favorável para que esteja presente em toda e qualquer atividade dos diferentes setores da sociedade.

Detalhes do curso
O curso oferecido pelo Senac-SP é voltado para profissionais graduados nas diversas áreas do conhecimento das ciências exatas, agrárias, biológicas, sociais, humanas, da saúde e engenharias, interessados em aprofundar, qualificar ou ampliar a atuação profissional na área socioambiental, com ênfase na Educação Ambiental, aplicada aos processos de gestão pública, empresarial e do terceiro setor. O curso também é direcionado aos profissionais do ensino formal interessados em aprofundar teórica e metodologicamente a sua prática docente no campo da Educação Ambiental.

O curso conta com material didático próprio, publicações e recursos multimídia, com uma metodologia especialmente planejada para quem precisa conciliar estudos e outras atividades.

O programa do curso é dividido em três semestres e composto por 12 disciplinas: Fundamentos de Educação Ambiental para a Sustentabilidade; Fundamentos de Gestão e Planejamento Ambiental; Relação Interpessoal e Trabalho em Grupo; Educação Ambiental no Setor Público; Educação Ambiental no Setor Corporativo e Terceiro Setor; Técnicas de Sensibilização e Mobilização; Educação Ambiental no Ensino Formal; Comunicação e Educomunicação; Práticas Educativas em Educação Ambiental; e, Trabalhos de Conclusão de Curso I, II e III.

A Certificação é fornecida como Especialista em Educação Ambiental para a Sustentabilidade e expedida pelo Centro Universitário Senac, sendo o curso credenciado junto ao MEC (Portaria nº 683, de 25 de maio de 2012). O investimento total é de R$ 5.602,00, que pode ser dividido em 18 parcelas de R$ 311,25 no boleto bancário.

Espera-se que o egresso deste curso possa compor equipes multidisciplinares e desenvolver trabalhos de natureza interdisciplinar, voltados para as questões socioambientais e de Educação Ambiental, com autonomia para atuar no setor público, privado, terceiro setor e setor educacional, em ambientes naturais e urbanos. Para o gestor ambiental e egresso do curso do Senac, Rafael de A. A. Monteiro, “a pós-graduação em Educação Ambiental para a Sustentabilidade/Senac foi minha primeira experiência EAD e me surpreendi positivamente. Constitui-se numa experiência muito rica já que este formato me possibilitou estabelecer um diálogo constante entre teoria (os princípios, objetivos e práticas da Educação Ambiental) e prática (meu trabalho enquanto educador ambiental numa organização), que talvez não fosse possível de se realizar num curso presencial devido aos meus horários de trabalho”.

Em caso de dúvidas ou mais informações, entre em contato com Valdir Lamim-Guedes, coordenador do curso, pelo e-mail: valdir.gjunior@sp.senac.br

Figura 2: Escoamento em Áreas Impermeáveis.Fonte: Santos (2013).

Resumo: O ciclo hidrológico é o fenômeno de circulação de água entre a superfície do planeta e a atmosfera decorrente, basicamente, da influência da energia solar. Com o processo de urbanização, devido à redução de áreas verdes, o aumento da impermeabilização, canalização de corpos d’água,entre outras intervenções no ambiente, temos alterações no ciclo hidrológico, como o aumento do escoamento superficial e redução da infiltração da água no solo. As práticas educativas sobre o ciclo hidrológico devem considerar tais alterações. Nesse texto apresentamos uma proposta de atividade prática de educação ambiental, na qual aborda-se o ciclo da água em cidades, buscando uma maior contextualização no ensino deste tema, para que os alunos possam identificar as ações antrópicas que causam mudanças do ciclo hidrológico, podendo evitá-las ou mitigá-las.

Palavras-chave: Urbanização; Ciclo Hidrológico; Educação Ambiental; Planejamento Ambiental; Controle Social.

MONTERO, T. V. ; ALVES, M. C. ; LAMIM-GUEDES, V. Ciclo hidrológico em áreas urbanas. Educação Ambiental em Ação, v. 56, 2016.

Texto completo: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2330

Figura 8: Sala de aula ao ar livre.Fonte: Amandi Buzon Rodelli

RESUMO: O presente projeto Geração Sustentável surgiu da expectativa de transformar a realidade da Escola Estadual Professor Coriolano Monteiro, localizada em Campinas-SP. O objetivo deste projeto foi mobilizar o máximo de pessoas baseando-se nos princípios da Educação Ambiental, a fim de transformar o ambiente escolar e desenvolver novos valores, como a sustentabilidade. Inicialmente, foi realizado um diagnóstico socioambiental dos problemas locais e proposto um cronograma de ações para a construção de uma escola sustentável. As atividades começaram em 2013 e envolveram: criação de uma sala de aula ao ar livre;plantio de árvores nativas e plantas ornamentais;implantação de uma horta agroecológica;realização de compostagem de resíduos da merenda e de coletas domésticas; pinturas e grafites nas paredes;reutilização de materiais como caixotes de madeira, pneus, garrafas pet, latas de alumínio, revistas, óleo de cozinha; organização de eventos culturais, entre outras. Através deste projeto obtiveram-se resultados positivos, como a adesão e participação da comunidade escolar;parceria com universidades, empresas e outras instituições; criação de uma associação como um mecanismo para beneficiar os participantes; e o aprendizado dos alunos e funcionários exercendo a cidadania e o respeito com o meio ambiente.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Ambiental; Escola sustentável; Comunidade.

SANTOS, A. A. ; RODELLI, A. B.; LAMIM-GUEDES, V. . Projeto Geração Sustentável: transformando a realidade de uma escola pública através da educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 56, 2016.

Texto completo: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2329 

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