Ruínas à beira do Rio Douro, Porto, Portugal. Novembro de 2012.

RESUMO: Lê-se, neste ensaio, uma “estória” recontada. Desde a Grécia antiga, em que Natureza e divino se confundem, o Homem tenta domar e invadir o espaço do sagrado/natural. A tragédia se abate sobre o herói ao mesmo tempo em que este domina uma parte da Natureza. Esta mesma natureza, já não divinizada, mas ainda pungente, tenta reaver seu espaço, lenta como a divindade imortal, que não vê em si mesma um sentido de finitude e imediatismo, presentes no que é propriamente humano. Assim, caminhando pelas cidades impermeabilizadas pelo asfalto e concreto, a natureza ainda resiste e se reafirma infinita sobre a obra humana, quer num broto que nasce de uma rachadura do asfalto, de raízes que racham as calçadas ou de samambaias ou árvores que dominam ruínas abandonadas.

PALAVRAS-CHAVE: Ambiente. Natureza. Arte. Urbano. Percepção de Mundo.

ReferênciaGONTIJO-ROSA, C. J ; LAMIM-GUEDES, V. Ensaio sobre a luta da Natureza contra o desaparecimento. ClimaCom Cultura Científica – pesquisa, jornalismo e arte, v. 2, n, 3, 2015.

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RESUMO: O declínio de populações de polinizadores, com vários casos de desaparecimento destas, é um problema que tem sido registrado em várias regiões do mundo e que gera grande preocupação internacional, sendo um desafio para o cultivo de diversas plantas com interesse econômico e manutenção da biodiversidade. Há um consenso de que o declínio de polinizadores, como abelhas, borboletas e mariposas, de plantas de interesse econômico e nativas está ocorrendo devido à destruição ou alteração do ambiente, uso de pesticidas, parasitas, doenças e a introdução de espécies exóticas, que têm colocado em risco muitas espécies polinizadoras. Além destas pressões, há o risco de influência das mudanças climáticas, que para alguns autores é algo, aparentemente, focado em algumas espécies nativas. Contudo, há um aumento de evidências que endossam as preocupações em relação às mudanças climáticas, como será discutido neste texto.

PALAVRAS-CHAVE: Desaparecimento. Polinização. Serviços Ecossistêmicos. Produção Agrícola. Conservação da Biodiversidade.

ReferênciaLAMIM-GUEDES, V. Declínio de polinizadores e mudanças climáticas. ClimaCom Cultura Científica – pesquisa, jornalismo e arte, v. 2, n. 3, 2015.

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Resumo: A pegada ecológica (PE) é um cálculo da quantidade de área de terra e água (por exemplo, floresta, solos agrícolas e rios) que um indivíduo, população humana, divisão política (cidade ou país) ou uma instituição requer para produzir os recursos que usa e para assimilar os seus resíduos, utilizando a tecnologia disponível. A PE é uma forma de traduzir a percepção de sustentabilidade em ação pública. Neste texto, avaliamos o uso da PE como ferramenta pedagógica em ações de educação ambiental em dois cursos on-line. A maioria dos alunos ficou assustada com a PE obtida através de calculadoras disponibilizadas em sites. Por outro lado, os alunos deixaram comentários positivos sobre a eficiência da PE para a avaliação do impacto ambiental. Acreditamos que a PE é uma ferramenta eficiente para ser usada em ações de educação ambiental em cursos on-line.

Palavras-chave: Educação a Distância, formação continuada de professores, Educação para a Sustentabilidade.

Referência: LAMIM-GUEDES, V. Pegada ecológica como recurso didático em atividades de educação ambiental on-line. Educacao Unisinos (Online), v. 19, p. 283-289, 2015.

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RESUMO: O trabalho aqui apresentado se propõe a discutir os rumos da Educação a Distância (EaD) no ensino superior brasileiro, a refletir acerca de suas particularidades, do papel do professor, do tutor, do currículo e das plataformas virtuais ao longo desse processo, além, é claro, do papel do aluno, que deve ser (mas nem sempre é) o ator principal do processo educacional. Para tanto, foi feita uma revisão bibliográfica sobre esses temas, apresentando-se neste artigo a conclusão de que, para um curso em EaD ser bem sucedido, necessita-se principalmente do esforço e da dedicação de cada aluno, além da comunhão de todos os personagens envolvidos.

PALAVRAS-CHAVE: Educação a Distância (EaD). Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA). Tutor. Professor.

CAMARGO, P. L. T. ; LAMIM-GUEDES, V. Educação a Distância no Brasil: comentários e desafios pedagógicos no ensino superior. Texto Livre, v. 8, p. 25-38, 2015.

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p22Em vez de usar culpa e medo como mobilização social, é melhor acenar que a vida de baixo carbono pode ser mais significativa que a dos padrões atuais de consumo.

A psicologia climática e a filosofia ética convidam os ativistas socioambientais a repensar seu trabalho. A comunicação sobre mudança climática, nos últimos anos, vem enfatizando os eventos extremos, o derretimento das geleiras, as inundações, as secas e um assustador conjunto de catástrofes que já atingem a vida no planeta. Além disso, como o sistema de preços não sinaliza o real custo do que se produz e consome, parte cada vez maior da sociedade tem um padrão de vida que só se mantém por não respeitar os limites ecossistêmicos além dos quais a própria reprodução social está ameaçada.

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Resumo: Os conceitos de desenvolvimento sustentável ou sustentabilidade não são homogêneos, variando da relação com três dimensões ou pilares – econômico, ambiental e social – para visões mais complexas, com diversas dimensões, como a inserção do aspecto cultural como variável a considerar. A percepção de que não há uma homogeneidade nos dois conceitos favorece uma percepção mais crítica da realidade. Neste sentido, relatamos uma atividade realizada em um curso de pós-graduação lato sensu em Educação Ambiental, na modalidade à distância. Trata-se de um fórum no qual é proposta a discussão sobre os diferentes entendimentos dos conceitos de desenvolvimento sustentável ou sustentabilidade. A diversidade de entendimentos apresentada pelos participantes permite a compreensão dos vários discursos em torno destes conceitos, situação que possibilita uma análise crítica da sociedade.

Palavras-chaves: Educação Ambiental; Educação à Distância; Discursos ambientais.

LAMIM-GUEDES, V. Desenvolvimento sustentável ou Sustentabilidade?. Educação Ambiental em Ação, v. 52, 2015.

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Leia também: Dimensões da sustentabilidade

Por Janaína Quitério e Valdir Lamim-Guedes

Dossiê: Cultura Política. ComCiência No. 167 – 10/04/2015

O brasileiro se interessa por política? Essa foi a primeira pergunta feita para o professor de ciência política da Universidade Estadual de Maringá e do programa de pós-graduação da Universidade Federal do Paraná, Ednaldo Aparecido Ribeiro, que delineou o brasileiro como ‘pouco interessado’: “Dados do Latin American Public Opinion Project 2014 indicam que mais de 60% dos brasileiros manifestam ‘baixo’ ou ‘nenhum’ interesse por política”, aponta. Segundo ele, no contexto latino-americano, estamos na média, mas a situação é distinta quando o Brasil é comparado com nações de democracia mais antiga. “Na Alemanha, por exemplo, ‘os interessados’ e ‘muito interessados’ somam 62%, de acordo com dados levantados pela World Values Survey de 2014”, complementa.

Outra questão suscitada no tema é sobre o engajamento: a confiança – ou a falta dela – nas instituições democráticas influenciaria o envolvimento político dos brasileiros?

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