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Resumo: A crise ambiental, melhor definida como socioambiental ou civilizatória, tem se tornado mais grave a cada dia devido às mudanças climáticas globais. Ações de Educação Ambiental (EA) não podem ignorar a seriedade da situação, mas também não podem cair em um fatalismo que leva à inação. Neste texto, buscamos problematizar alguns aspectos relacionados às mudanças climáticas e sugerimos algumas atividades.

Palavras-chave: pegada de carbono; crise ambiental; educação ambiental; mudanças climáticas.

LAMIM-GUEDES, V. Educação Ambiental e Mudanças Climáticas em Sala de Aula. Educação Ambiental em Ação, v. 54, 2015.

Acesse o texto completo

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Link para Download: goo.gl/lfOjp3

“Crise Hídrica e Direitos Humanos” – Resultado de uma colaboração entre a Aliança pela Água e o Coletivo de Luta pela Água, redes que reúnem mais de 150 ONGs, especialistas e movimentos sociais, incluindo Greenpeace e Idec, o documento apresenta evidências da violação a direitos humanos reconhecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Entre eles, constam:

1) o não atendimento do princípio da precaução para evitar a crise hídrica;
2) a superexploração dos recursos hídricos;
3) a não implantação de medidas de contingência previstas em lei;
4) a ausência de participação livre, ativa e significativa da população na gestão do recurso;
5) a interrupção arbitrária, não comunicada, ocultada e repentina do abastecimento;
6) o descumprimento da norma ABNT (que regula a pressão na rede);
7) o aumento indevido de tarifa;
8) e riscos à saúde.

Para acessar a versão completa do relatório, acesse:
http://goo.gl/ibWFSo
Disponível para download em pdf.

Figura: diferentes setores das comunidades relacionados às TSs: social, ambiental, cultural, econômico, educação e geração de renda. Fonte: SILVA et al., (2012, p. 17).

Resumo: As tecnologias sociais (TSs) são produtos, técnicas ou metodologias de baixo custo de implementação e com alto potencial de transformar as realidades locais, sendo soluções simples e reaplicáveis com possibilidade de minimizar problemas socioambientais. Este texto traz o relato de uma atividade desenvolvida com jovens e adultos atendidos por uma ONG da cidade de São Paulo. A prática consistiu na análise de TSs e a preparação de slides para socialização. O foco foram TSs que envolvem recursos hídricos e podem ser aplicadas na cidade de São Paulo para minimizar a crise de abastecimento de água.

Palavras-chave: desenvolvimento sustentável; iniciativas populares; inovação social; água.

ReferênciaLAMIM-GUEDES, V. . Tecnologias Sociais e Educação Ambiental: analisando soluções para a crise hídrica em Pão Paulo. Educação Ambiental em Ação, v. 53, 2015.

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30 de agosto de 1999. Em Timor-Leste, sobre domínio indonésio, a ONU realizava o referendo sobre a independência

78, 50% escolheu a opção “Você rejeita a proposta de autonomia especial ao Timor-Leste, levando à separação de Timor-Leste da Indonésia?”

Saiba Mais: https://pt.wikipedia.org/…/Referendo_de_independ%C3%AAncia_…

O texto da Wikipedia é “informativo”, mas peca muito por não mencionar o que aconteceu depois: o setembro negro.

Ruínas à beira do Rio Douro, Porto, Portugal. Novembro de 2012.

RESUMO: Lê-se, neste ensaio, uma “estória” recontada. Desde a Grécia antiga, em que Natureza e divino se confundem, o Homem tenta domar e invadir o espaço do sagrado/natural. A tragédia se abate sobre o herói ao mesmo tempo em que este domina uma parte da Natureza. Esta mesma natureza, já não divinizada, mas ainda pungente, tenta reaver seu espaço, lenta como a divindade imortal, que não vê em si mesma um sentido de finitude e imediatismo, presentes no que é propriamente humano. Assim, caminhando pelas cidades impermeabilizadas pelo asfalto e concreto, a natureza ainda resiste e se reafirma infinita sobre a obra humana, quer num broto que nasce de uma rachadura do asfalto, de raízes que racham as calçadas ou de samambaias ou árvores que dominam ruínas abandonadas.

PALAVRAS-CHAVE: Ambiente. Natureza. Arte. Urbano. Percepção de Mundo.

ReferênciaGONTIJO-ROSA, C. J ; LAMIM-GUEDES, V. Ensaio sobre a luta da Natureza contra o desaparecimento. ClimaCom Cultura Científica – pesquisa, jornalismo e arte, v. 2, n, 3, 2015.

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RESUMO: O declínio de populações de polinizadores, com vários casos de desaparecimento destas, é um problema que tem sido registrado em várias regiões do mundo e que gera grande preocupação internacional, sendo um desafio para o cultivo de diversas plantas com interesse econômico e manutenção da biodiversidade. Há um consenso de que o declínio de polinizadores, como abelhas, borboletas e mariposas, de plantas de interesse econômico e nativas está ocorrendo devido à destruição ou alteração do ambiente, uso de pesticidas, parasitas, doenças e a introdução de espécies exóticas, que têm colocado em risco muitas espécies polinizadoras. Além destas pressões, há o risco de influência das mudanças climáticas, que para alguns autores é algo, aparentemente, focado em algumas espécies nativas. Contudo, há um aumento de evidências que endossam as preocupações em relação às mudanças climáticas, como será discutido neste texto.

PALAVRAS-CHAVE: Desaparecimento. Polinização. Serviços Ecossistêmicos. Produção Agrícola. Conservação da Biodiversidade.

ReferênciaLAMIM-GUEDES, V. Declínio de polinizadores e mudanças climáticas. ClimaCom Cultura Científica – pesquisa, jornalismo e arte, v. 2, n. 3, 2015.

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