Capa ebook1

Este livro nos apresenta de forma original um conjunto de artigos que aborda o tema da educação ambiental nas escolas num contexto em que se debatem mudanças que se coloca em questão o desenho curricular e os potencias riscos que pode promover na formação dos estudantes. O livro mostra a relevância de trazer à tona questões que permeiam o conflito interdisciplinaridade e disciplinarização apresentando a importância da participação de todos os atores que possuam interface com o debate, defendendo a transversalidade da temática ambiental (Trecho do Prefácio do Profº. Drº. Pedro Roberto Jacobi – USP).

A concepção deste livro surgiu após a proposição do Projeto de Lei do Senado (PLS) 221/2015 de autoria do Senador Cássio Cunha Lima. Este PLS trata de uma questão há muito discutida no campo da educação ambiental (EA): devemos transformá-la em disciplina ou trabalhar de modo transversal seus temas? Além disso, propõe alterações na Lei nº 9.795/99 que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, sugerindo a inclusão de um novo objetivo para a EA.

Esta obra é um primeiro passo no qual buscamos analisar o embate entre diferentes visões sobre a Educação Ambiental Escolar, de forma que nos posicionamos a favor da transversalidade da questão socioambiental e contra a disciplinarização da EA.

O livro é composto por 13 capítulos e 2 anexos de alunos da Pós-graduação em Educação Ambiental para Sustentabilidade do Centro Universitário Senac-Santo Amaro (São Paulo-SP) e autores convidados. O arquivo PDF do livro está disponível para download a partir do link Baixe o ebook.

Referência: LAMIM-GUEDES, V.; MONTEIRO, R. A. A. Educação Ambiental na Educação Básica: Entre a disciplinarização e a transversalidade da temática socioambiental. 1. ed. São Paulo-SP: Perse, 2017. 105p.

Vídeo sobre o antropoceno indicado como recurso didático para tratar deste tema em ações educativas.

Resumo: O conceito de antropoceno está baseado no processo de modificação da natureza. As diferentes conceituações do termo indicam em seu significado um processo de transformação da natureza realizado em grande parte pela espécie humana. E tais transformações tem potencial de alterar profundamente a organização do planeta assim como o fizeram os grandes eventos que marcam o final e o início de uma nova era geológica. Neste texto,a partir da apresentação deste conceito, tratamos da problemática socioambiental que está relacionada a este. A seguir, tratamos da educação ambiental e de sua inserção neste debate. Por fim, propomos atividades focadas no conceito de antropoceno. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: crise ambiental; crise civilizatória; degradação ambiental;

MATOS, D. D. ; RODRIGUES, A. P. ; LIMA, R. C. ; LAMIM-GUEDES, V. . A inserção da educação ambiental na discussão sobre o Antropoceno. Educação Ambiental em Ação, v. 59, p. —, 2017; Meio de divulgação: Digital. Homepage: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2636;

image001

Figuras a-f: a) e b) Paisagem do município de Dom Viçoso; c), d) e e) moradores  de Dom Viçoso que utilizam plantas medicinais; f) Eucalyptus sp. ; g) Plectranthus barbatus Andrews.

Resumo: Realizou-se um levantamento de plantas medicinais em relação ao uso, modo de preparo e frequência de uso das mesmas utilizadas pelos moradores no Município de Dom Viçoso, Minas Gerais. Foram realizadas entrevistas de março a maio de 2009, com pessoas de ambos os sexos. Foram realizadas 15 entrevistas, a partir das quais foram registradas 36 espécies de plantas consideradas medicinais, distribuídas em 17 famílias botânicas. Nesse contexto, verificou-se que o uso tradicional de plantas medicinais vem perdendo espaço gradativamente ao longo das gerações para outras formas de tratamento, situação que deve ser revertida em vista dos benefícios para a população das plantas medicinais.

Palavras-chave: Plantas medicinais; Ecologia de Saberes; Fitoterapia.

PAIS, C. J. ; LAMIM-GUEDES, V. . Conhecimento e uso popular de plantas medicinais em Dom Viçoso, MG: uma abordagem etnobotânica. Educação Ambiental em Ação, v. 59, 2017. Disponível em http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2701.

image002Figura: Escala de interferência humana na paisagem. A. Terras virgens; B. Coleta; C. Caça e pesca; D. Pastoreio; E. Agricultura; F. Indústria; G. Urbanização; H. Controle Climático; I. Fuga Exobiológica. Fonte: Dansereau (1999, p. 192).

Resumo: Perceber o papel da humanidade no funcionamento e degradação do planeta é uma ação importante e que favorece a tomada de consciência crítica e mudanças de comportamento e uma maior participação na vida democrática. Neste texto apresentamos três propostas de atividades que envolvem o debate sobre o Antropoceno e a Escala de Interferência Humana de Pierre Dansereau. A primeira proposta é uma oficina que pode ser realizada durante uma ou algumas aulas no ensino formal. As outras duas atividades, a partir da apresentação de conceitos, seguida por debates, os alunos desenvolverão desenhos ou tirar fotos de forma que os produtos finais podem ser uma exposição fotográfica ou um vídeo a ser publicado on-line. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: Antropoceno; Degradação Ambiental; Pierre Dansereau, Ecologia Humana.

Referência: OLIVEIRA, C. C.; SILVA, G. I.; MARTINS, I.; LAMIM-GUEDES, V. Antropoceno e a escala da interferência humana de Pierre Dansereau: atividades de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 58, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2601>.

Acesse o texto completo

Resumo: A organização e realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio-2016 envolve um grande esforço dos entes públicos, com a execução de obras, da sociedade civil e da iniciativa privada, o que depois se tornará no chamado legado olímpico. Neste texto analisaremos a questão da sustentabilidade nos Jogos e o legado ambiental, consideraremos que esta análise engloba diversas dimensões, não sendo “apenas” ambiental, mas socioambiental. Desta forma, apresentaremos de forma geral a proposta de legado ambiental dos Jogos Rio-2016, o Plano de Sustentabilidade para a organização e contrapor com a efetivação destes e aspectos negligenciados. Discutiremos também a questão midiática envolvendo os Jogos, sobretudo as cerimônias de abertura e encerramento.

Palavras-chave: sustentabilidade; mídia; conflitos ambientais; socioambiental.

LAMIM-GUEDES, V.; TAGNIN, R. A. Legado dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio-2016: sustentabilidade, cobertura midiática e aspectos negligenciados. Revista Eletrônica de Iniciação Científica Tecnológica e Artística, v. 6, p. 4-9, 2016.

Acesse o texto completo

Bookmark and Share

Clique para assinar este blog e receber notificações de novos artigos por email

Junte-se a 1.500 outros seguidores

Categorias

E-mail

dirguedes@yahoo.com.br

Current CO2 level in the atmosphere

População Mundial

Já somos 7 bilhões! Clique na figura e veja a população atual.

%d blogueiros gostam disto: