Editora Na Raiz

26 de fevereiro de 2018 foi um dia marcado por grande ansiedade. Depois de alguns dias, consegui atualizar o cadastro de MEI (MicroEmpreendedor Individual), um tipo de pessoa jurídica, e inseri o nome fantasia “Na Raiz”, com isto, pude dar entrada no site da fundação responsável pela emissão de ISBN (número serial que as editoras registram para registrar a propriedade intelectual de suas publicações) ao pedido de cadastramento como editor.

Como o cadastro como editor (o que, no meu caso, marcará a criação da editora) leva alguns dias para ser aprovado, resolvi criar o site da Editora para deixar a data marcada.

O pedido de cadastramento tem que vir acompanhado do primeiro pedido de ISBN, desta forma, há algumas semanas tenho trabalhado com ex-colegas de especialização na Unicamp na edição de nosso TCC… assim, nas próximas semanas publicaremos a obra “O que você sabe sobre mudanças climáticas?”!

A criação da…

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O curso EaD “Educação para a Sustentabilidade: teoria e prática” teve três oferecimentos pelo Centro de Educação Continuada em Educação Matemática, Científica e Ambiental (CECEMCA) ligado à UNESP de Rio Claro. Por razões internas ao CECEMCA, optou-se por encerrar as atividades deste curso. Desta forma, este novo oferecimento, realizado através de outro vinculo institucional (Editora Na Raiz), visa permitir que mais pessoas tenham acesso ao material preparado, independentemente de sua localização geográfica.
O curso foi criado e será ministrado por Valdir Lamim-Guedes (CV: http://lattes.cnpq.br/3473994189361010, e-mail: lamimguedes@gmail.com, https://www.facebook.com/lamimguedes).

Veja a proposta completa do curso: https://drive.google.com/file/d/1yUXu8Nmp5WT1kN3_Gmg31rTsn7Jd03X2/view?usp=sharing

Formulário para manisfestar interesse em novos cursos: utilize este formulário https://goo.gl/forms/TtxMxZZBVwv9pTn13

 

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Imagem da entrada do Estádio do Pacaembu, São Paulo-SP, onde está localizado o Museu do Futebol. Fonte: Kfouri (2017).

Resumo: Neste texto apresentamos um roteiro de visita ao Museu do Futebol, localizado em São Paulo-SP, com destaque para aspectos que não são o objeto central da exposição de longa permanente desta instituição, isto é, focamos a nossa proposta em discutir temas como a emergência da questão socioambiental, responsabilidade social empresarial, acessibilidade, racismo e gênero. Com este roteiro, esperamos incentivar visitas a esta instituição museal, assim como a outras, de forma a favorecer um debate interdisciplinar envolvendo aspectos de temas socioambientais.

Palavras-chave: Sustentabilidade; Educação Museal; Museu; Educação Ambiental Não-formal.

LAMIM-GUEDES, V.. Proposta de roteiro de visita museal para discutir futebol, meio ambiente e responsabilidade social empresarial. EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM AÇÃO, v. 62, 2017.

Texto completo

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Resumo: Com a crise ambiental, diversos museus, sobretudo científicos, incorporaram ou reforçaram nas suas atividades a difusão de informações sobre a conservação da natureza, passando a ser espaços de educação ambiental. Neste texto, tratamos da ação educativa dos museus, da relação destes com o seu público (estudantes e visitantes “não-escolar”), analisamos algumas ações de educação ambiental museais e discutimos sobre o papel social destas instituições na problemática socioambiental.
Palavras chave: Museus; Ação Educativa dos Museus; Educação Não-formal; Educação Ambiental; Biodiversidade.

Acesse o texto completo

Leia a notícia da BBC 

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RESUMO: Neste texto, apresentamos ações de educação ambiental e ensino de biologia desenvolvidas no Instituto Educadores Sem Fronteiras (ESF), São Paulo-SP, envolvendo uma abordagem interdisciplinar, lúdica, tecnologias de informação e comunicação, incentivo à participação dos alunos e a contextualização. Relatamos aulas integradas de biologia e química sobre crise hídrica, árvore da vida e estados da matéria e atividades desenvolvidas em algumas aulas, como projeto, e ações extraclasse. O processo aprendizagem foi contínuo, sendo desenvolvido ao longo do ano e não de forma pontual, em concordância com os principais pressupostos da educação ambiental e científica. Relevante e fundamental para o processo foi o intenso engajamento dos alunos no debate socioambiental, durante as atividades descritas.
PALAVRAS-CHAVE: Contextualização. Pedagogia socioconstrutivista. Interdisciplinaridade. Educação em ciências não-formal. Educação ambiental não-formal.

REnBio – Revista de Ensino de Biologia da SBEnBio – ISSN: 1982-1867 – vol. 10, n. 1, p. 22-38, 2017. Disponível em http://www.sbenbio.org.br/revista/index.php/sbenbio/article/view/40/4

No começo de 2017, foi lançado o livro Educação Ambiental na Educação Básica: Entre a disciplinarização e a transversalidade da temática socioambiental. Esta obra foi um passo inicial no qual analisamos o embate entre diferentes visões sobre a Educação Ambiental (EA) Escolar, de forma que nos posicionamos a favor da transversalidade da questão socioambiental e contra a disciplinarização da EA representada pelo Projeto de Lei do Senado 221/2015. O exercício de reflexão realizado neste livro possibilitou a emergência de diversas dúvidas que orientam esta chamada:

  • Como fazer com que a adoção de temas transversais seja eficiente e eficaz?
  • Como desenvolver ações de EA nas instituições educativas em seus diferentes níveis educacionais, desde a educação infantil até os programas de pós-graduação e ambientalização curricular, que adotem o princípio da transversalidade?
  • Como desenvolver ações de EA em espaços não-formais de maneira transversal?
  • Quais experiências exitosas temos no Brasil?

Neste contexto, iniciamos com esta chamada o processo de organização de uma segunda obra, que vai além da discussão disciplinarização X transversalidade, demonstrando ações inovadoras e transversais de educação ambiental. Desta forma, convidamos as educadoras e educadores ambientais, assim como outros profissionais, que adotam em suas práticas o princípio da TRANSVERSALIDADE a escrever um texto para esta obra.

A proposta deste livro emerge da importância de darmos visibilidade às práticas pedagógicas, em diversos contextos (formais e não formais), que conseguem vencer os desafios da educação tradicional, fragmentadora, e trabalhar com a transversalidade. O capítulo deve apresentar uma descrição da prática desenvolvida acompanhada de uma análise à luz de referenciais teóricos;

Normas

  • Formato do arquivo de texto (.doc, .docx ou similar, preferencialmente, .docx);
  • Fonte: Times New Roman;
  • Tamanho da fonte: 12;
  • Texto justificado;
  • Espaçamento: 1,5 entre linhas, sem espaço entre os parágrafos (sem espaçamento antes e depois) e com recuo de 1,25 cm na primeira linha de cada parágrafo. Exceto as referências que são alinhadas à esquerda;
  • Cabeçalho simples: título/autores/instituições. Capa: não incluir.
  • Extensão: O texto deve extensão entre 10 e 20 páginas.
  • Plágio: os capítulos serão analisados por ferramenta anti-plágio, assim, é essencial que todas as fontes das informações sejam indicadas, assim como evitem auto-plágio.
  • Avaliação: a avaliação dos textos será realizada pelos organizadores, seguida pela dupla leitura às cegas entre os autores.

A obra será, inicialmente, submetida às editoras comerciais para averiguar o interesse. Em caso negativo, faremos a auto-publicação (pdf com ISBN disponibilizado na internet).

Data limite para envio: 31/dezembro/2017

Envio: os textos devem ser enviados para os e-mails lamimguedes@gmail.com e rafael.araujo.monteiro@gmail.com, assim como dúvidas e comentários.

Valdir Lamim-Guedes

Rafael de Araujo Arosa Monteiro

Organizadores

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Resumo:O texto apresenta um jogo de tabuleiro que proporciona de forma lúdica, reflexões sobre questões socioambientais presentes na Ilha de Santa Catarina, inserida no Bioma Mata Atlântica. O objetivo do material é contribuir com o conhecimento do lugar e de forma lúdica vivenciar a Educação Ambiental.

Palavras-chave: Lúdico,Mata Atlântica, Questões Socioambientais, Educação Ambiental.

MOSER, M. A. C. ; LAMIM-GUEDES, V. . Jogo “Trilha na Ilha”: a educação ambiental a partir do conhecimento da Ilha de Santa Catarina. Educação Ambiental em Ação, v. 61, 2017.

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