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Cachorro de caça encontrado dentro do Parque Estadual Nova Baden, Lambari, sul de Minas Gerais.

Resumo. Este trabalho visou caracterizar as atividades de caça de mamíferos no Parque Estadual Nova Baden (PENB), Lambari, sul de Minas Gerais e entorno. Foram realizadas 14 entrevistas com caçadores. O perfil dos entrevistados é de moradores da zona rural, reduzidas renda e escolaridade e com idade entre 30 e 40 anos. Foram registradas oito técnicas de caça especificas para cada espécie: Veado-mateiro (Mazama americana), duas técnicas para Paca (Cuniculus paca), duas técnicas para Tatu-galinha (Dasypus novemcinctus), Capivara (Hydrochoerus hidrochaeris), Quati (Nasua nasua) e Preá (Cavia aperea). As espécies caçadas no PENB diferem pouco das outras Unidades de Conservação, o que coloca em risco a sobrevivência destas espécies no bioma Mata Atlântica, sendo duas espécies ameaçadas de extinção (veado e paca). A caça, juntamente com a fragmentação dos habitats, são alterações antrópicas que colocam em risco a dinâmica ecossistêmica, causando impactos de difícil mensuração nas áreas protegidas.

Palavras-chave: caça, mamíferos, biologia da conservação, unidades de conservação.

OLIVEIRA-VILELA, A. L. ; LAMIM-GUEDES, V. . Aspectos da caça predatória de mamíferos no Parque Estadual Nova Baden, Lambari, Minas Gerais. INTERFACEHS, v. 12, p. 115-127, 2017.

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Resumo. Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA) são incentivos, financeiros ou não, para a conservação ambiental e a manutenção dos serviços ecossistêmicos. As iniciativas de PSA têm como princípio uma transição voluntária na qual um serviço ambiental, como a produção de água ou o desmatamento evitado, é adquirido de um provedor deste serviço condicionado ao compromisso da manutenção no oferecimento deste. Neste texto são apresentados três casos brasileiros de PSA: recursos hídricos, desmatamento evitado e a minimização dos conflitos entre proprietários rurais e grandes carnívoros. Estes três estudos de caso demonstram que a heterogeneidade é uma característica em relação aos PSA devido a algumas particularidades: diversidade de serviços ambientais, variedade de arranjos institucionais envolvidos nesses projetos e de fontes de financiamento. A conclusão geral é de que, apesar dos desafios e problemas enfrentados, é inegável o potencial dos PSA como mecanismos de geração de renda e estímulos a conservação ambiental.

Palavras-chave: Incentivos Fiscais e Financeiros; Desmatamento; Degradação Ambiental; Recursos Hídricos; Conflitos Socioambientais.

LAMIM-GUEDES, V.; FERREIRA, L. ; CARVALHO, P. P. P. ; CAMARGO, P. L. T. . Pagamento por serviços ambientais como instrumento para políticas públicas de conservação ambiental. INTERFACEHS, v. 12, p. 2-17, 2017.

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Resumo: O uso de atividades lúdicas consiste em um importante recurso didático no ensino de temas socioambientais, tanto em espaços formais quanto não-formais, pois apresenta conteúdos, estimulando a sociabilidade e a criatividade e gerando, portanto, motivação e vontade de aprender. Esse trabalho propõe o uso de um jogo de cartas como método de reflexão e tomada de decisões acerca de grandes problemas socioambientais da atualidade.

Palavras-chave: Ecologia; Meio Ambiente; Desequilíbrio socioambiental.

MELO, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. Jogo Educar para a Sustentabilidade: o uso da ludicidade como ferramenta para reflexão e tomada de decisões. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

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Resumo: O texto apresenta um jogo didático de tabuleiro que aborda conceitos de meio ambiente e preservação. O objetivo com este jogo é de melhorar a relação ensino-aprendizagem, além de abordar a Educação Ambiental de forma atrativa e motivadora. Com isto, espera-se proporcionar aos jogadores desenvolvimento de capacidades e intervenção nos fenômenos ambientais e constituir material didático de apoio para ensino visando melhorar a compreensão dos assuntos que envolvem os temas abordados no jogo.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Jogo didático; Lúdico; Prática educativa;

COMETTI, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. . Jogo de Tabuleiro ?Vamos Brincar de Aprender?: subsidio para atividades educativas de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

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Este livro nos apresenta de forma original um conjunto de artigos que aborda o tema da educação ambiental nas escolas num contexto em que se debatem mudanças que se coloca em questão o desenho curricular e os potencias riscos que pode promover na formação dos estudantes. O livro mostra a relevância de trazer à tona questões que permeiam o conflito interdisciplinaridade e disciplinarização apresentando a importância da participação de todos os atores que possuam interface com o debate, defendendo a transversalidade da temática ambiental (Trecho do Prefácio do Profº. Drº. Pedro Roberto Jacobi – USP).

A concepção deste livro surgiu após a proposição do Projeto de Lei do Senado (PLS) 221/2015 de autoria do Senador Cássio Cunha Lima. Este PLS trata de uma questão há muito discutida no campo da educação ambiental (EA): devemos transformá-la em disciplina ou trabalhar de modo transversal seus temas? Além disso, propõe alterações na Lei nº 9.795/99 que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, sugerindo a inclusão de um novo objetivo para a EA.

Esta obra é um primeiro passo no qual buscamos analisar o embate entre diferentes visões sobre a Educação Ambiental Escolar, de forma que nos posicionamos a favor da transversalidade da questão socioambiental e contra a disciplinarização da EA.

O livro é composto por 13 capítulos e 2 anexos de alunos da Pós-graduação em Educação Ambiental para Sustentabilidade do Centro Universitário Senac-Santo Amaro (São Paulo-SP) e autores convidados. O arquivo PDF do livro está disponível para download a partir do link Baixe o ebook.

Referência: LAMIM-GUEDES, V.; MONTEIRO, R. A. A. Educação Ambiental na Educação Básica: Entre a disciplinarização e a transversalidade da temática socioambiental. 1. ed. São Paulo-SP: Perse, 2017. 105p.

Vídeo sobre o antropoceno indicado como recurso didático para tratar deste tema em ações educativas.

Resumo: O conceito de antropoceno está baseado no processo de modificação da natureza. As diferentes conceituações do termo indicam em seu significado um processo de transformação da natureza realizado em grande parte pela espécie humana. E tais transformações tem potencial de alterar profundamente a organização do planeta assim como o fizeram os grandes eventos que marcam o final e o início de uma nova era geológica. Neste texto,a partir da apresentação deste conceito, tratamos da problemática socioambiental que está relacionada a este. A seguir, tratamos da educação ambiental e de sua inserção neste debate. Por fim, propomos atividades focadas no conceito de antropoceno. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: crise ambiental; crise civilizatória; degradação ambiental;

MATOS, D. D. ; RODRIGUES, A. P. ; LIMA, R. C. ; LAMIM-GUEDES, V. . A inserção da educação ambiental na discussão sobre o Antropoceno. Educação Ambiental em Ação, v. 59, p. —, 2017; Meio de divulgação: Digital. Homepage: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2636;

image002Figura: Escala de interferência humana na paisagem. A. Terras virgens; B. Coleta; C. Caça e pesca; D. Pastoreio; E. Agricultura; F. Indústria; G. Urbanização; H. Controle Climático; I. Fuga Exobiológica. Fonte: Dansereau (1999, p. 192).

Resumo: Perceber o papel da humanidade no funcionamento e degradação do planeta é uma ação importante e que favorece a tomada de consciência crítica e mudanças de comportamento e uma maior participação na vida democrática. Neste texto apresentamos três propostas de atividades que envolvem o debate sobre o Antropoceno e a Escala de Interferência Humana de Pierre Dansereau. A primeira proposta é uma oficina que pode ser realizada durante uma ou algumas aulas no ensino formal. As outras duas atividades, a partir da apresentação de conceitos, seguida por debates, os alunos desenvolverão desenhos ou tirar fotos de forma que os produtos finais podem ser uma exposição fotográfica ou um vídeo a ser publicado on-line. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: Antropoceno; Degradação Ambiental; Pierre Dansereau, Ecologia Humana.

Referência: OLIVEIRA, C. C.; SILVA, G. I.; MARTINS, I.; LAMIM-GUEDES, V. Antropoceno e a escala da interferência humana de Pierre Dansereau: atividades de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 58, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2601>.

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Resumo: A organização e realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio-2016 envolve um grande esforço dos entes públicos, com a execução de obras, da sociedade civil e da iniciativa privada, o que depois se tornará no chamado legado olímpico. Neste texto analisaremos a questão da sustentabilidade nos Jogos e o legado ambiental, consideraremos que esta análise engloba diversas dimensões, não sendo “apenas” ambiental, mas socioambiental. Desta forma, apresentaremos de forma geral a proposta de legado ambiental dos Jogos Rio-2016, o Plano de Sustentabilidade para a organização e contrapor com a efetivação destes e aspectos negligenciados. Discutiremos também a questão midiática envolvendo os Jogos, sobretudo as cerimônias de abertura e encerramento.

Palavras-chave: sustentabilidade; mídia; conflitos ambientais; socioambiental.

LAMIM-GUEDES, V.; TAGNIN, R. A. Legado dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio-2016: sustentabilidade, cobertura midiática e aspectos negligenciados. Revista Eletrônica de Iniciação Científica Tecnológica e Artística, v. 6, p. 4-9, 2016.

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O Centro Universitário do Senac Santo Amaro (São Paulo/SP) está com matrículas abertas para a pós-graduação lato sensu em “Educação Ambiental para a Sustentabilidade”, na modalidade a distância. Este curso é oferecido desde 2014 em 289 polos distribuídos em todo território nacional e tem duas entradas no ano (março e agosto). Para a próxima turma, que terá início em 16 de agosto, as inscrições vão até de 31 de julho de 2017, pelo site http://www.ead.senac.br/pos-graduacao/educacao-ambiental-para-a-sustentabilidade/.

Este curso foi desenvolvido com base nos desafios socioambientais da contemporaneidade, sendo urgente a formação de pessoas com competências para atender às demandas ambientais atuais e desenvolver estratégias cada vez mais aprimoradas para lidar com processos extremamente complexos, sejam nas organizações públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos. A Educação tem papel fundamental no enfrentamento deste desafio. Nesse sentido, a sustentabilidade contribui potencialmente para que, por meio dos processos educativos, as pessoas reflitam, questionem valores, princípios, percebam a complexidade que envolve a vida no planeta e se convertam em agentes de transformação da realidade vivida.

Os princípios e fundamentos da Educação crítica e transformadora, que busca romper com o paradigma do conhecimento fragmentado e se guia pela compreensão da complexidade dos fenômenos atuais, são aqueles para os quais a Educação Ambiental vem chamando a atenção, desde o momento em que o termo foi cunhado.

Diante desse quadro, percebe-se a existência de um crescente mercado de trabalho para os egressos do curso de especialização, principalmente pelo fato de a Educação Ambiental acompanhar o debate mundial da necessidade urgente de mudança de comportamento das pessoas e instituições com relação às questões socioambientais. Com isso, vem ganhando relevância nos planos de sustentabilidade do setor corporativo, no setor público, nas instituições de ensino, bem como da opinião pública, constituindo um cenário favorável para que esteja presente em toda e qualquer atividade dos diferentes setores da sociedade.

Detalhes do curso
O curso oferecido pelo Senac-SP é voltado para profissionais graduados nas diversas áreas do conhecimento das ciências exatas, agrárias, biológicas, sociais, humanas, da saúde e engenharias, interessados em aprofundar, qualificar ou ampliar a atuação profissional na área socioambiental, com ênfase na Educação Ambiental, aplicada aos processos de gestão pública, empresarial e do terceiro setor. O curso também é direcionado aos profissionais do ensino formal interessados em aprofundar teórica e metodologicamente a sua prática docente no campo da Educação Ambiental.

O curso conta com material didático próprio, publicações e recursos multimídia, com uma metodologia especialmente planejada para quem precisa conciliar estudos e outras atividades.

O programa do curso é dividido em três semestres e composto por 12 disciplinas: Fundamentos de Educação Ambiental para a Sustentabilidade; Fundamentos de Gestão e Planejamento Ambiental; Relação Interpessoal e Trabalho em Grupo; Educação Ambiental no Setor Público; Educação Ambiental no Setor Corporativo e Terceiro Setor; Técnicas de Sensibilização e Mobilização; Educação Ambiental no Ensino Formal; Comunicação e Educomunicação; Práticas Educativas em Educação Ambiental; e, Trabalhos de Conclusão de Curso I, II e III.

A Certificação é fornecida como Especialista em Educação Ambiental para a Sustentabilidade e expedida pelo Centro Universitário Senac, sendo o curso credenciado junto ao MEC (Portaria nº 683, de 25 de maio de 2012). O investimento total é de R$ 6.148,00, que pode ser dividido em 18 parcelas de R$ 341,56 no boleto bancário. Comerciários e dependentes tem 20% de desconto.

Espera-se que o egresso deste curso possa compor equipes multidisciplinares e desenvolver trabalhos de natureza interdisciplinar, voltados para as questões socioambientais e de Educação Ambiental, com autonomia para atuar no setor público, privado, terceiro setor e setor educacional, em ambientes naturais e urbanos. Para o gestor ambiental e egresso do curso do Senac, Rafael de A. A. Monteiro, “a pós-graduação em Educação Ambiental para a Sustentabilidade/Senac foi minha primeira experiência EAD e me surpreendi positivamente. Constitui-se numa experiência muito rica já que este formato me possibilitou estabelecer um diálogo constante entre teoria (os princípios, objetivos e práticas da Educação Ambiental) e prática (meu trabalho enquanto educador ambiental numa organização), que talvez não fosse possível de se realizar num curso presencial devido aos meus horários de trabalho”.

Em caso de dúvidas ou mais informações, entre em contato com Valdir Lamim-Guedes, coordenador do curso, pelo e-mail: valdir.gjunior@sp.senac.br

Textos publicados com alunos do curso (resultado das ações do curso)

Livro Educação Ambiental na Educação Básica: Entre a disciplinarização e a transversalidade da temática socioambiental

Jogo Educar para a Sustentabilidade: o uso da ludicidade como ferramenta para reflexão e tomada de decisões

Jogo de Tabuleiro ?Vamos Brincar de Aprender?: subsidio para atividades educativas de educação ambiental

A inserção da educação ambiental na discussão sobre o Antropoceno

Antropoceno e a escala da interferência humana de Pierre Dansereau: atividades de educação ambiental

Ciclo hidrológico em áreas urbanas

Projeto Geração Sustentável: transformando a realidade de uma escola pública através da educação ambiental

diagnóstico participativo: uso da metodologia biomapa para o bairro do gonzaga de santos/SP

Biomapa do bairro Jardim Netinho Prado (Jaú/SP)

Texto sobre atividades desenvolvidas no curso

Glossário de Termos Socioambientais: atividade de educação ambiental em um curso on-line

Educação Ambiental: uma ou várias? Debate entres educadores ambientais mediado pela internet

Desenvolvimento sustentável ou Sustentabilidade?

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