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RESUMO: Neste texto, apresentamos ações de educação ambiental e ensino de biologia desenvolvidas no Instituto Educadores Sem Fronteiras (ESF), São Paulo-SP, envolvendo uma abordagem interdisciplinar, lúdica, tecnologias de informação e comunicação, incentivo à participação dos alunos e a contextualização. Relatamos aulas integradas de biologia e química sobre crise hídrica, árvore da vida e estados da matéria e atividades desenvolvidas em algumas aulas, como projeto, e ações extraclasse. O processo aprendizagem foi contínuo, sendo desenvolvido ao longo do ano e não de forma pontual, em concordância com os principais pressupostos da educação ambiental e científica. Relevante e fundamental para o processo foi o intenso engajamento dos alunos no debate socioambiental, durante as atividades descritas.
PALAVRAS-CHAVE: Contextualização. Pedagogia socioconstrutivista. Interdisciplinaridade. Educação em ciências não-formal. Educação ambiental não-formal.

REnBio – Revista de Ensino de Biologia da SBEnBio – ISSN: 1982-1867 – vol. 10, n. 1, p. 22-38, 2017. Disponível em http://www.sbenbio.org.br/revista/index.php/sbenbio/article/view/40/4

No começo de 2017, foi lançado o livro Educação Ambiental na Educação Básica: Entre a disciplinarização e a transversalidade da temática socioambiental. Esta obra foi um passo inicial no qual analisamos o embate entre diferentes visões sobre a Educação Ambiental (EA) Escolar, de forma que nos posicionamos a favor da transversalidade da questão socioambiental e contra a disciplinarização da EA representada pelo Projeto de Lei do Senado 221/2015. O exercício de reflexão realizado neste livro possibilitou a emergência de diversas dúvidas que orientam esta chamada:

  • Como fazer com que a adoção de temas transversais seja eficiente e eficaz?
  • Como desenvolver ações de EA nas instituições educativas em seus diferentes níveis educacionais, desde a educação infantil até os programas de pós-graduação e ambientalização curricular, que adotem o princípio da transversalidade?
  • Como desenvolver ações de EA em espaços não-formais de maneira transversal?
  • Quais experiências exitosas temos no Brasil?

Neste contexto, iniciamos com esta chamada o processo de organização de uma segunda obra, que vai além da discussão disciplinarização X transversalidade, demonstrando ações inovadoras e transversais de educação ambiental. Desta forma, convidamos as educadoras e educadores ambientais, assim como outros profissionais, que adotam em suas práticas o princípio da TRANSVERSALIDADE a escrever um texto para esta obra.

A proposta deste livro emerge da importância de darmos visibilidade às práticas pedagógicas, em diversos contextos (formais e não formais), que conseguem vencer os desafios da educação tradicional, fragmentadora, e trabalhar com a transversalidade. O capítulo deve apresentar uma descrição da prática desenvolvida acompanhada de uma análise à luz de referenciais teóricos;

Normas

  • Formato do arquivo de texto (.doc, .docx ou similar, preferencialmente, .docx);
  • Fonte: Times New Roman;
  • Tamanho da fonte: 12;
  • Texto justificado;
  • Espaçamento: 1,5 entre linhas, sem espaço entre os parágrafos (sem espaçamento antes e depois) e com recuo de 1,25 cm na primeira linha de cada parágrafo. Exceto as referências que são alinhadas à esquerda;
  • Cabeçalho simples: título/autores/instituições. Capa: não incluir.
  • Extensão: O texto deve extensão entre 10 e 20 páginas.
  • Plágio: os capítulos serão analisados por ferramenta anti-plágio, assim, é essencial que todas as fontes das informações sejam indicadas, assim como evitem auto-plágio.
  • Avaliação: a avaliação dos textos será realizada pelos organizadores, seguida pela dupla leitura às cegas entre os autores.

A obra será, inicialmente, submetida às editoras comerciais para averiguar o interesse. Em caso negativo, faremos a auto-publicação (pdf com ISBN disponibilizado na internet).

Data limite para envio: 31/dezembro/2017

Envio: os textos devem ser enviados para os e-mails lamimguedes@gmail.com e rafael.araujo.monteiro@gmail.com, assim como dúvidas e comentários.

Valdir Lamim-Guedes

Rafael de Araujo Arosa Monteiro

Organizadores

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Resumo:O texto apresenta um jogo de tabuleiro que proporciona de forma lúdica, reflexões sobre questões socioambientais presentes na Ilha de Santa Catarina, inserida no Bioma Mata Atlântica. O objetivo do material é contribuir com o conhecimento do lugar e de forma lúdica vivenciar a Educação Ambiental.

Palavras-chave: Lúdico,Mata Atlântica, Questões Socioambientais, Educação Ambiental.

MOSER, M. A. C. ; LAMIM-GUEDES, V. . Jogo “Trilha na Ilha”: a educação ambiental a partir do conhecimento da Ilha de Santa Catarina. Educação Ambiental em Ação, v. 61, 2017.

Acesse o texto completo

CapturarO primeiro capítulo, intitulado Aproximações entre História da Ciência, Ensino de Ciências e Educação Ambiental, escrito pelo autor Valdir Lamim-Guedes, apresenta uma compreensão mais complexa do que é a Ciência, de sua História e de sua relação com o Ensino de Ciências e a Educação Ambiental, envolvendo especificamente os estudos sociais da Ciência. A proposta do autor é compreender a Ciência para questionar o uso e as informações científicas de modo que essa compreensão possa contribuir para uma educação científica e ambiental mais contextualizada e significativa. Apesar do referido estudo não apresentar discussões acerca da formação de professores (seja inicial ou continuada), o autor enseja que as informações apresentadas contribuam para a atuação docente e para um ensino mais relevante para os alunos, pois apresenta uma visão mais contextualizada e real da Ciência, como um produto da ação intelectual humana, dinâmico e passível de erros e questionamentos (Trecho da apresentação dos Organizadores).

LAMIM-GUEDES, V. Aproximações entre História da Ciência, Ensino de Ciências e Educação Ambiental. In: SOUSA, T. L.; SOUSA, J. M. (Orgs.). Ensino de ciências: perspectivas atuais. 1ed.Rio de Janeiro: Dictio Brasil, 2017, v. 1, p. 20-47.

Acesse o livro através do link https://drive.google.com/open?id=0B4uYprBdP-V8QUhQd0ItUUpwblk

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Resumo: O uso de atividades lúdicas consiste em um importante recurso didático no ensino de temas socioambientais, tanto em espaços formais quanto não-formais, pois apresenta conteúdos, estimulando a sociabilidade e a criatividade e gerando, portanto, motivação e vontade de aprender. Esse trabalho propõe o uso de um jogo de cartas como método de reflexão e tomada de decisões acerca de grandes problemas socioambientais da atualidade.

Palavras-chave: Ecologia; Meio Ambiente; Desequilíbrio socioambiental.

MELO, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. Jogo Educar para a Sustentabilidade: o uso da ludicidade como ferramenta para reflexão e tomada de decisões. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

Acesse o texto completo

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Resumo: O texto apresenta um jogo didático de tabuleiro que aborda conceitos de meio ambiente e preservação. O objetivo com este jogo é de melhorar a relação ensino-aprendizagem, além de abordar a Educação Ambiental de forma atrativa e motivadora. Com isto, espera-se proporcionar aos jogadores desenvolvimento de capacidades e intervenção nos fenômenos ambientais e constituir material didático de apoio para ensino visando melhorar a compreensão dos assuntos que envolvem os temas abordados no jogo.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Jogo didático; Lúdico; Prática educativa;

COMETTI, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. . Jogo de Tabuleiro ?Vamos Brincar de Aprender?: subsidio para atividades educativas de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

Acesse o texto completo

 

Resumo: Alfabetização científica refere-se a um processo de obtenção de informações tecnocientíficas, mas também de compreensão de como a ciência funciona. Neste texto, partimos do conceito de alfabetização científica para analisar a relevância deste para o ensino de ciências e educação ambiental. No escopo deste trabalho, também trataremos das metodologias ativas, como a aprendizagem baseada na resolução de problemas e trabalhos de campo. Desta forma, os professores de ciências e educadores ambientais podem usar as perspectivas da alfabetização científica e das metodologias ativas para buscar um ensino mais crítico, contextualizado e que permita a formação de cidadãos que possam responder à crise civilizatória.

Palavras-chave: Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas; Temas Geradores, Paulo Freire; Crise Ambiental; Ciência.

Referência: LAMIM-GUEDES, V. Alfabetização científica, contextualização e metodologias ativas no ensino de ciências e educação ambiental. Ensino, Saúde e Ambiente, v. 10, n. 1, pp. 238-256, Abril, 2017.

Texto completo Disponível em <http://ensinosaudeambiente.uff.br/index.php/ensinosaudeambiente/article/view/632/280>.

Incluindo o capítulo Saberes docentes e Educação Ambiental Escolar: Desafios para atuação e formação docentes.

Resumo: Este texto está baseado em uma perspectiva interdisciplinar que busca um diálogo entre dois campos: campo ambiental, mais especificamente a educação ambiental, e os saberes docentes. Com isto, buscamos tratar da atuação e saberes docentes relacionados à temáticas socioambientais na educação básica. Os desafios da prática pedagógica surgem como forma de compreensão do trabalho do professor, assim como permitem a reflexão e autoformação dos educadores enquanto educam. A partir deste texto, esperamos elucidar alguns dos saberes necessários à uma ação pedagógica mais significativa, contextualizada, crítica e que favorece a autonomia, seja dos próprios educadores, quanto dos alunos, sendo estes saberes alvo de sua busca pessoal em uma formação continua.

LAMIM-GUEDES, V.. Saberes docentes e Educação Ambiental Escolar: Desafios para atuação e formação docentes. In: MELO, E. S. N.; MORAIS, E. M.; SANTOS, C. R.. (Org.). Interdisciplinaridade e Ensino: saberes docentes, desafios da prática. 1ed. Rio de Janeiro: Dictio Brasil, 2017, v. , p. 192-228.

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