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CapturarO primeiro capítulo, intitulado Aproximações entre História da Ciência, Ensino de Ciências e Educação Ambiental, escrito pelo autor Valdir Lamim-Guedes, apresenta uma compreensão mais complexa do que é a Ciência, de sua História e de sua relação com o Ensino de Ciências e a Educação Ambiental, envolvendo especificamente os estudos sociais da Ciência. A proposta do autor é compreender a Ciência para questionar o uso e as informações científicas de modo que essa compreensão possa contribuir para uma educação científica e ambiental mais contextualizada e significativa. Apesar do referido estudo não apresentar discussões acerca da formação de professores (seja inicial ou continuada), o autor enseja que as informações apresentadas contribuam para a atuação docente e para um ensino mais relevante para os alunos, pois apresenta uma visão mais contextualizada e real da Ciência, como um produto da ação intelectual humana, dinâmico e passível de erros e questionamentos (Trecho da apresentação dos Organizadores).

LAMIM-GUEDES, V. Aproximações entre História da Ciência, Ensino de Ciências e Educação Ambiental. In: SOUSA, T. L.; SOUSA, J. M. (Orgs.). Ensino de ciências: perspectivas atuais. 1ed.Rio de Janeiro: Dictio Brasil, 2017, v. 1, p. 20-47.

Acesse o livro através do link https://drive.google.com/open?id=0B4uYprBdP-V8QUhQd0ItUUpwblk

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Resumo: O uso de atividades lúdicas consiste em um importante recurso didático no ensino de temas socioambientais, tanto em espaços formais quanto não-formais, pois apresenta conteúdos, estimulando a sociabilidade e a criatividade e gerando, portanto, motivação e vontade de aprender. Esse trabalho propõe o uso de um jogo de cartas como método de reflexão e tomada de decisões acerca de grandes problemas socioambientais da atualidade.

Palavras-chave: Ecologia; Meio Ambiente; Desequilíbrio socioambiental.

MELO, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. Jogo Educar para a Sustentabilidade: o uso da ludicidade como ferramenta para reflexão e tomada de decisões. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

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Resumo: O texto apresenta um jogo didático de tabuleiro que aborda conceitos de meio ambiente e preservação. O objetivo com este jogo é de melhorar a relação ensino-aprendizagem, além de abordar a Educação Ambiental de forma atrativa e motivadora. Com isto, espera-se proporcionar aos jogadores desenvolvimento de capacidades e intervenção nos fenômenos ambientais e constituir material didático de apoio para ensino visando melhorar a compreensão dos assuntos que envolvem os temas abordados no jogo.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Jogo didático; Lúdico; Prática educativa;

COMETTI, R. R. ; LAMIM-GUEDES, V. . Jogo de Tabuleiro ?Vamos Brincar de Aprender?: subsidio para atividades educativas de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 60, 2017.

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Resumo: Alfabetização científica refere-se a um processo de obtenção de informações tecnocientíficas, mas também de compreensão de como a ciência funciona. Neste texto, partimos do conceito de alfabetização científica para analisar a relevância deste para o ensino de ciências e educação ambiental. No escopo deste trabalho, também trataremos das metodologias ativas, como a aprendizagem baseada na resolução de problemas e trabalhos de campo. Desta forma, os professores de ciências e educadores ambientais podem usar as perspectivas da alfabetização científica e das metodologias ativas para buscar um ensino mais crítico, contextualizado e que permita a formação de cidadãos que possam responder à crise civilizatória.

Palavras-chave: Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas; Temas Geradores, Paulo Freire; Crise Ambiental; Ciência.

Referência: LAMIM-GUEDES, V. Alfabetização científica, contextualização e metodologias ativas no ensino de ciências e educação ambiental. Ensino, Saúde e Ambiente, v. 10, n. 1, pp. 238-256, Abril, 2017.

Texto completo Disponível em <http://ensinosaudeambiente.uff.br/index.php/ensinosaudeambiente/article/view/632/280>.

Incluindo o capítulo Saberes docentes e Educação Ambiental Escolar: Desafios para atuação e formação docentes.

Resumo: Este texto está baseado em uma perspectiva interdisciplinar que busca um diálogo entre dois campos: campo ambiental, mais especificamente a educação ambiental, e os saberes docentes. Com isto, buscamos tratar da atuação e saberes docentes relacionados à temáticas socioambientais na educação básica. Os desafios da prática pedagógica surgem como forma de compreensão do trabalho do professor, assim como permitem a reflexão e autoformação dos educadores enquanto educam. A partir deste texto, esperamos elucidar alguns dos saberes necessários à uma ação pedagógica mais significativa, contextualizada, crítica e que favorece a autonomia, seja dos próprios educadores, quanto dos alunos, sendo estes saberes alvo de sua busca pessoal em uma formação continua.

LAMIM-GUEDES, V.. Saberes docentes e Educação Ambiental Escolar: Desafios para atuação e formação docentes. In: MELO, E. S. N.; MORAIS, E. M.; SANTOS, C. R.. (Org.). Interdisciplinaridade e Ensino: saberes docentes, desafios da prática. 1ed. Rio de Janeiro: Dictio Brasil, 2017, v. , p. 192-228.

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Este livro nos apresenta de forma original um conjunto de artigos que aborda o tema da educação ambiental nas escolas num contexto em que se debatem mudanças que se coloca em questão o desenho curricular e os potencias riscos que pode promover na formação dos estudantes. O livro mostra a relevância de trazer à tona questões que permeiam o conflito interdisciplinaridade e disciplinarização apresentando a importância da participação de todos os atores que possuam interface com o debate, defendendo a transversalidade da temática ambiental (Trecho do Prefácio do Profº. Drº. Pedro Roberto Jacobi – USP).

A concepção deste livro surgiu após a proposição do Projeto de Lei do Senado (PLS) 221/2015 de autoria do Senador Cássio Cunha Lima. Este PLS trata de uma questão há muito discutida no campo da educação ambiental (EA): devemos transformá-la em disciplina ou trabalhar de modo transversal seus temas? Além disso, propõe alterações na Lei nº 9.795/99 que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, sugerindo a inclusão de um novo objetivo para a EA.

Esta obra é um primeiro passo no qual buscamos analisar o embate entre diferentes visões sobre a Educação Ambiental Escolar, de forma que nos posicionamos a favor da transversalidade da questão socioambiental e contra a disciplinarização da EA.

O livro é composto por 13 capítulos e 2 anexos de alunos da Pós-graduação em Educação Ambiental para Sustentabilidade do Centro Universitário Senac-Santo Amaro (São Paulo-SP) e autores convidados. O arquivo PDF do livro está disponível para download a partir do link Baixe o ebook.

Referência: LAMIM-GUEDES, V.; MONTEIRO, R. A. A. Educação Ambiental na Educação Básica: Entre a disciplinarização e a transversalidade da temática socioambiental. 1. ed. São Paulo-SP: Perse, 2017. 105p.

image002Figura: Escala de interferência humana na paisagem. A. Terras virgens; B. Coleta; C. Caça e pesca; D. Pastoreio; E. Agricultura; F. Indústria; G. Urbanização; H. Controle Climático; I. Fuga Exobiológica. Fonte: Dansereau (1999, p. 192).

Resumo: Perceber o papel da humanidade no funcionamento e degradação do planeta é uma ação importante e que favorece a tomada de consciência crítica e mudanças de comportamento e uma maior participação na vida democrática. Neste texto apresentamos três propostas de atividades que envolvem o debate sobre o Antropoceno e a Escala de Interferência Humana de Pierre Dansereau. A primeira proposta é uma oficina que pode ser realizada durante uma ou algumas aulas no ensino formal. As outras duas atividades, a partir da apresentação de conceitos, seguida por debates, os alunos desenvolverão desenhos ou tirar fotos de forma que os produtos finais podem ser uma exposição fotográfica ou um vídeo a ser publicado on-line. Objetiva-se com este texto apresentar conceitos e propor formas de problematizá-los em ações de educação ambiental, sendo que as propostas não são apresentadas como fechadas, mas como ideias iniciais para que os educadores se inspirarem e modificarem conforme a sua realidade.

Palavras-chave: Antropoceno; Degradação Ambiental; Pierre Dansereau, Ecologia Humana.

Referência: OLIVEIRA, C. C.; SILVA, G. I.; MARTINS, I.; LAMIM-GUEDES, V. Antropoceno e a escala da interferência humana de Pierre Dansereau: atividades de educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 58, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2601>.

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Resumo: Qual o principal desafio para a educação no século XXI? Neste texto, buscamos responder a esta resposta discutindo sobre os temas: volume de informação que temos acesso diariamente, uso de TICs, as inovações e a atuação dos professores em sala de aula. Estes assuntos, quando relacionados entre si, exigem diversas habilidades e competências dos alunos entendidas como diferentes formas de alfabetização (científica, digital ou informática e a midiática), que são essenciais para o exercício da democracia. Atender às demandas do século XXI exige que as ações educativas favoreçam uma compreensão adequada da vida em sociedade, incluindo os direitos humanos, a igualdade e o desenvolvimento sustentável. Neste cenário, o professor é um facilitador da obtenção de conhecimento pelo aluno, sendo é essencial reconhecer o papel político da educação, como fez o educador brasileiro Paulo Freire (1921-1997) em sua obra, sobretudo ao apresentar uma concepção libertadora da educação.

Palavras-chave: Paulo Freire; Alfabetização Científica, Alfabetização Digital; Alfabetização Midiática.

LAMIM-GUEDES, V. As Diversas Alfabetizações: Desafios da Docência no Século XXI. Gestão Universitária, 31/08/2016.

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Resumo: A temática socioambiental tem vários conceitos, próprios ou adotados de outras áreas, sendo que é importante conhecermos suas definições, tanto para um uso adequado desta, como para integrar processos formativos. Assim, ouso de glossários pode ser uma ação educativa interessante. Alternativamente, a construção de um glossário pode ser uma ação educativa muito rica e interativa. Neste sentido, em ações de Educação a Distância (EaD) ou semipresencial, os Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs) dispõem de ferramentas para a construção coletiva de glossários. Neste texto apresentamos a construção colaborativa de um glossário de termos socioambientais desenvolvida em um curso de pós-graduação em educação ambiental.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Formação Continuada; Conceitos; Educação a Distância; Ambientes Virtuais de Aprendizagem.

Lamim-Guedes, V. Glossário de Termos Socioambientais: atividade de educação ambiental em um curso on-line. Educação Ambiental em Ação, v. 57, 2016. Disponível em <http://www.revistaea.org/artigos.php?idsecao=29>.

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