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Figura 8: Sala de aula ao ar livre.Fonte: Amandi Buzon Rodelli

RESUMO: O presente projeto Geração Sustentável surgiu da expectativa de transformar a realidade da Escola Estadual Professor Coriolano Monteiro, localizada em Campinas-SP. O objetivo deste projeto foi mobilizar o máximo de pessoas baseando-se nos princípios da Educação Ambiental, a fim de transformar o ambiente escolar e desenvolver novos valores, como a sustentabilidade. Inicialmente, foi realizado um diagnóstico socioambiental dos problemas locais e proposto um cronograma de ações para a construção de uma escola sustentável. As atividades começaram em 2013 e envolveram: criação de uma sala de aula ao ar livre;plantio de árvores nativas e plantas ornamentais;implantação de uma horta agroecológica;realização de compostagem de resíduos da merenda e de coletas domésticas; pinturas e grafites nas paredes;reutilização de materiais como caixotes de madeira, pneus, garrafas pet, latas de alumínio, revistas, óleo de cozinha; organização de eventos culturais, entre outras. Através deste projeto obtiveram-se resultados positivos, como a adesão e participação da comunidade escolar;parceria com universidades, empresas e outras instituições; criação de uma associação como um mecanismo para beneficiar os participantes; e o aprendizado dos alunos e funcionários exercendo a cidadania e o respeito com o meio ambiente.

PALAVRAS-CHAVE: Educação Ambiental; Escola sustentável; Comunidade.

SANTOS, A. A. ; RODELLI, A. B.; LAMIM-GUEDES, V. . Projeto Geração Sustentável: transformando a realidade de uma escola pública através da educação ambiental. Educação Ambiental em Ação, v. 56, 2016.

Texto completo: http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2329 

Capa

Foi publicado a copilação de posts do blog (Vi)ver n_a Cidade nos formatos pdf e impresso.

SILVA, F. D. ; QUITÉRIO, J. ; ALVES, J. P. ; KISHI, K. H. S. ; LAMIM-GUEDES, V. . (Vi)ver n_a Cidade: Ocupações de Espaços Urbanos. 1. ed. São Paulo: PerSe, 2016. v. 1. 162p .

Sinopse: Ocupar a cidade com intervenções tem sido o trabalho rotineiro de muitos artistas e anônimos. No fundo, o que eles e nós queremos é viver os espaços públicos, tomar o que é nosso, ocupar as ruas, transformar os muros, germinar bueiros, compartilhar o trânsito e (por que não?) fomentar todas essas ocupações pela e na internet – labirinto de ruas virtuais -, materializado na criação deste blog, que pretende mostrar perspectivas da arte, intervenções, comunicação e até mesmo dos grandes eventos, como Carnaval e Copa do Mundo, que também são formas de ocupação, de movimentos, de vibrações, de vida. Por meio do uso de fotos, vídeos e textos, pretendemos discutir a importância da ocupação dos espaços públicos, de que forma ela tem ocorrido, suas implicações na sociedade atual, as dificuldades encontradas pelas pessoas e artistas para essa ocupação e como os movimentos sociais têm se organizado para realizá-las e incentivá-las.

Leia mais sobre a obra: Livro de ex-alunos do Labjor discute a importância da ocupação dos espaços públicos

Para fazer o download do pdf gratuitamente acesse o link e para adquirir um exemplar impresso acesse aqui.

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Link para Download: goo.gl/lfOjp3

Fonte da imagem

[Unesp Ciência] Em 1975, ano internacional da mulher, a ONU começou a celebrar o Dia Internacional da Mulher em 8 de março. Dois anos depois esta data passa a ser celebrada todos os anos dentro da Organização.

É quase que uma discussão lugar-comum que o dia 8 de março não esteja aí para celebrarmos a feminilidade da mulher, sua beleza, sua meiguice presenteando-a com uma flor. Ainda assim, todos os anos precisamos relembrar que há outras coisas a serem discutidas. Nem todas as mulheres são assim femininas, meigas, sensíveis, cada mulher é única em sua experiência, vivência e vida. Se ainda importa ao mundo violento que permaneçamos mulheres sensíveis, femininas, belas segundo um padrão imposto a nós e que estes sejam os únicos atributos que possuímos e que têm valor, é preciso deixar evidente que esta é uma prática carregada de machismos. E o machismo não é meigo, bonito, sensível, ele é uma violência de gênero. Diante disso, no dia 8 de março precisamos falar sobre as violências que as mulheres sofrem diariamente e lutar contra elas. O machismo é parte de um sistema hierárquico perverso de gênero, classe, raça, sexualidade, religião. E esse sistema, que funciona muito bem, pode, mais uma vez, também no dia 8 de março, ser questionado e enfrentado através da nossa resistência.

Leia o texto completo 

Acesse a reunião de posts deste blog sobre  #igualdadedegênero ‪#‎diaInternacionaldaMulher‬

 

Leia mais: Meninas de 12 países reproduziram o discurso mais famoso de Malala; assista ao vídeo

Sobre o documentário: “El corto hace referencia a la Guerra del Agua, ocurrido en Cochabamba (Bolivia) en 2000 tras la decisión gubernamental de privatizar el abastecimiento de agua -incluida la prohibición de recolección de agua pluvial- en la región.” Fonte

Texto do Blog Outros Olhares:

A hisória de La Abuela Grillo, uma história contada milenarmente pelo povo Ayoreo, da Bolívia

Resenha do livro que contém o conto.

Blog sobre o curta: http://abuegrillo.blogspot.com.br/

O documentário “Quando sinto que já sei” registra práticas educacionais inovadoras que estão ocorrendo pelo Brasil. A obra reúne depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais de diversas áreas sobre a necessidade de mudanças no tradicional modelo de escola.

Site: http://www.quandosintoquejasei.com.br/

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Notícias:

Terra – Quando sinto que já sei: filme mostra alternativas para a educação

CGN – A inovação em educação no documentário “Quando sinto que já sei”

Portal aprendiz – “Quando sinto que já sei” relata experiências alternativas de educação no Brasil

Projeto Âncora – Quando sinto que já sei

NET Educação – Disponível gratuitamente, “Quando Sinto que Já Sei” joga luz em práticas com participação cidadã e afetividade

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