Ecossistema tem extensão de 16,1 mil quilômetros quadrados e, no entendimento do MPE, faz parte da mata atlântica e seria

Ecossistema tem extensão de 16,1 mil quilômetros quadrados e, no entendimento do MPE, faz parte da mata atlântica e seria "patrimônio nacional"

 Nayara Menezes – Estado de Minas

Já está na Procuradoria Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais o documento pedindo a declaração de inconstitucionalidade da Lei 19.096/10, que retira a mata seca da área de preservação ambiental da mata atlântica. O anúncio foi feito na tarde de sexta-feira durante evento no Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais. (UFMG). O pedido, encaminhado na semana passada pelo promotor Luciano Badini, coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Meio Ambiente do Ministério Público Estadual (MPE), é fundamentado em pesquisas da UFMG e Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), que afirmam que o bioma, ao contrário do que diz a lei de autoria do deputado estadual Gil Pereira (PP), faz parte da mata atlântica.

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Festa de 300 anos da Paróquia de Nª. Sª. da Conceição (2007)

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Um dos graves problemas da antiga Vila Rica é a ocupação irregular de escostas, que provoca um choque com o complexo histórico.

Minas GeraisNotícias • 3 de setembro de 2010 por Silvana Losekann

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Esqueça os repelentes, as telas e as raquetes de choque elétrico. A melhor solução para acabar com os surtos de mosquitos e pernilongos no verão pode ser outra: morcegos. Várias cidades italianas começaram a construir casinhas para morcegos, com o objetivo de atrair esses animais – que são exímios comedores de mosquitos.

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“No segundo leilão de fontes renováveis, em 26 de agosto, foram contratados 50 parques eólicos, que ficaram com 70% do total ofertado, a um preço médio de R$ 130,86 por MWh, abaixo do preço das termoelétricas a gás natural (R$ 140 por MWh). A energia eólica mostrou ser competitiva mesmo em relação à produzida por biomassa (R$ 144,20 o MWh) e por pequenas centrais hidrelétricas (R$ 141,93 o MWh). Estima a Associação Brasileira de Energia Eólica que os parques de geração de energia eólica no Brasil poderão vir a ter uma participação de 20% na matriz energética brasileira nas próximas duas décadas. Trata-se de uma meta ambiciosa, mas a energia eólica tende a crescer no País”

OESP, 3/9, Notas e Informações, p.A3. sugestao de leitura do Manchetes Socioambientais, do Instituto Socioambiental (ISA).

Trecho da entrevista do Profº. Mário Marcos do Espirito Santo (UNIMONTES) dada a AMDA sobre a lei 19096/10, que foi Promulgada no dia 04 de agosto que permite desmatamento de até 70% da Mata Seca no norte de Minas, foi aprovada pela ALMG sem participação efetiva da sociedade e sem levar em conta conseqüências desastrosas para a biodiversidade de Minas e do Brasil.

Deputados e entidades ruralistas do Norte de Minas alegam que a aprovação da Lei, ou seja, a derrubada de mais Mata Seca, gerará 200.000 empregos. Você tem informações sobre isso?

Essa informação tem sido divulgada em todo o estado, mas até agora não foi apresentado publicamente um estudo ou relatório que dê sustentação a esses números. Uma análise dos dados disponibilizados pelo Ministério do Trabalho indica que esses números estão superestimados. O número de empregos formais em áreas rurais no norte de Minas é de 21.000. A maior parte da população rural, cerca de 257.000 pessoas, está ocupada na agricultura familiar e em empregos informais. Esses trabalhadores estão distribuídos por toda a área do norte do estado, cerca de 126.000 km2, incluindo o Cerrado, Mata Seca e demais formações vegetais ali existentes. Assim, parece muito pouco provável que desmatar os 16.000 km2 que restam de Mata Seca nessa região vá dobrar o número de postos de trabalho. Vale ressaltar que grande parte das áreas a serem desmatadas serão destinadas à pecuária, uma das atividades que menos gera empregos, cerca de três a cada 100 hectares. Existe um entendimento por certos setores econômicos de que desmatamento gera riqueza de forma direta e imediata, o que não é verdade. É bastante provável que a liberação de desmate no norte de Minas Gerais leve a grande degradação ambiental e até desertificação, agravando o quadro de pobreza que é observado atualmente.

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A obsessão da revista: derrubar Lula

O jornalista Fábio Jammal Makhoul decidiu debruçar-se sobre a revista Veja para formular sua tese de mestrado em Ciência Política para a PUC de São Paulo. A dissertação analisou a publicação durante o primeiro mandato de Lula , de janeiro de 2003 a dezembro de 2006. Fábio constatou que houve, de modo deliberado, uma cobertura tendenciosa com o objetivo de desestabilizar o governo. Os números são impressionantes: “40,6% da cobertura de Veja sobre o primeiro governo petista noticiou os escândalos do Planalto e, conseqüentemente, Lula e o PT de forma negativa”. O governo ocupou “54 capas de Veja, das 206 publicadas no período”, destas “32 tratavam de escândalos, segundo classificação da própria Veja, ou seja, 59,3% do total”.

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