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Resumo: Alfabetização científica refere-se a um processo de obtenção de informações tecnocientíficas, mas também de compreensão de como a ciência funciona. Neste texto, partimos do conceito de alfabetização científica para analisar a relevância deste para o ensino de ciências e educação ambiental. No escopo deste trabalho, também trataremos das metodologias ativas, como a aprendizagem baseada na resolução de problemas e trabalhos de campo. Desta forma, os professores de ciências e educadores ambientais podem usar as perspectivas da alfabetização científica e das metodologias ativas para buscar um ensino mais crítico, contextualizado e que permita a formação de cidadãos que possam responder à crise civilizatória.

Palavras-chave: Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas; Temas Geradores, Paulo Freire; Crise Ambiental; Ciência.

Referência: LAMIM-GUEDES, V. Alfabetização científica, contextualização e metodologias ativas no ensino de ciências e educação ambiental. Ensino, Saúde e Ambiente, v. 10, n. 1, pp. 238-256, Abril, 2017.

Texto completo Disponível em <http://ensinosaudeambiente.uff.br/index.php/ensinosaudeambiente/article/view/632/280>.

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Figuras a-f: a) e b) Paisagem do município de Dom Viçoso; c), d) e e) moradores  de Dom Viçoso que utilizam plantas medicinais; f) Eucalyptus sp. ; g) Plectranthus barbatus Andrews.

Resumo: Realizou-se um levantamento de plantas medicinais em relação ao uso, modo de preparo e frequência de uso das mesmas utilizadas pelos moradores no Município de Dom Viçoso, Minas Gerais. Foram realizadas entrevistas de março a maio de 2009, com pessoas de ambos os sexos. Foram realizadas 15 entrevistas, a partir das quais foram registradas 36 espécies de plantas consideradas medicinais, distribuídas em 17 famílias botânicas. Nesse contexto, verificou-se que o uso tradicional de plantas medicinais vem perdendo espaço gradativamente ao longo das gerações para outras formas de tratamento, situação que deve ser revertida em vista dos benefícios para a população das plantas medicinais.

Palavras-chave: Plantas medicinais; Ecologia de Saberes; Fitoterapia.

PAIS, C. J. ; LAMIM-GUEDES, V. . Conhecimento e uso popular de plantas medicinais em Dom Viçoso, MG: uma abordagem etnobotânica. Educação Ambiental em Ação, v. 59, 2017. Disponível em http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2701.

Resumo: Qual o principal desafio para a educação no século XXI? Neste texto, buscamos responder a esta resposta discutindo sobre os temas: volume de informação que temos acesso diariamente, uso de TICs, as inovações e a atuação dos professores em sala de aula. Estes assuntos, quando relacionados entre si, exigem diversas habilidades e competências dos alunos entendidas como diferentes formas de alfabetização (científica, digital ou informática e a midiática), que são essenciais para o exercício da democracia. Atender às demandas do século XXI exige que as ações educativas favoreçam uma compreensão adequada da vida em sociedade, incluindo os direitos humanos, a igualdade e o desenvolvimento sustentável. Neste cenário, o professor é um facilitador da obtenção de conhecimento pelo aluno, sendo é essencial reconhecer o papel político da educação, como fez o educador brasileiro Paulo Freire (1921-1997) em sua obra, sobretudo ao apresentar uma concepção libertadora da educação.

Palavras-chave: Paulo Freire; Alfabetização Científica, Alfabetização Digital; Alfabetização Midiática.

LAMIM-GUEDES, V. As Diversas Alfabetizações: Desafios da Docência no Século XXI. Gestão Universitária, 31/08/2016.

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[Jornal da CiênciaRedPOP, Latu e Unesco acabam de publicar uma análise comparativa de políticas públicas em 14 países da América Latina destinadas a desenvolver a cultura científica dos cidadãos

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura do Escritório Regional de Ciência da Unesco para a América Latina e Caribe, a Rede de Popularização da Ciência e Tecnologia na América Latina e Caribe (RedPOP) e Latu acabam de publicar uma análise comparativa de políticas públicas na América Latina destinadas a desenvolver a cultura científica dos cidadãos.

A publicação “Políticas públicas e instrumentos para o desenvolvimento da cultura científica na América Latina” reúne uma análise de políticas em divulgação científica de 14 países da América Latina. O documento é dividido em duas partes: a primeira é um panorama geral da cultura científica na América Latina, e a segunda apresenta o perfil detalhado de cada país analisado.

A publicação foi realizada por Ernesto Fernández Poulcuch, chefe da sessão Política Científica e Colaborações da Unesco; Alessandro Bello, consultor do Programa de Política Científica e Fortalecimento de Capacidades, do escritório regional de Ciência da Unesco para a América Latina e do Caribe; e Luisa Massarani, diretora executiva da RedPop e pesquisadora do Museu da Vida, Casa de Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, Brasil.

A publicação está disponível gratuitamente no site: http://bit.ly/1TuIddz

Divulgação

Reprodução da capa da obra

Site da Unicamp 03/03/2016 – 15:57
Os olhares de quatro jornalistas e um biólogo sobre a cidade, relatados no Blog Vi(ver) n_a cidade, são apresentados, agora, no livro homônimo (impresso e e-book) que acaba de ser lançado pela editora Perse.

O blog, cujas postagens integraram a publicação, é resultado do trabalho final da disciplina Multimeios do curso de pós-graduação lato sensu em jornalismo científico do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LabJor) da Unicamp. A disciplina Multimeios foi ministrada no primeiro semestre de 2014 pelos professores Susana Dias e Paulo César Telles.

Descobrindo novas formas de divulgar ciência e arte, os autores Fernanda Domiciano, Janaína Quitério, Juliana Passos, Kátia Kishi e Valdir Lamim-Guedes lançaram postagens diárias sobre pichação, grafite, teatro de rua, música e intervenções em grandes eventos, como o carnaval e a copa do mundo. Usando fotos, vídeos e textos, o objetivo, segundo os autores, foi discutir a importância da ocupação dos espaços públicos e suas implicações na sociedade atual.

O linguista Alexandre Marcelo Bueno, pesquisador da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), escreve na apresentação da obra que as ruas brasileiras, “amplamente reconhecidas como um mero espaço de passagem, refletem, de alguma forma, a pobreza com o qual vivenciamos o espaço público, em oposição direta ao que observamos e experimentamos em outros países.” De acordo com ele, o livro faz parte de um “movimento de resistência a um modelo privado do espaço público”. Vi(ver) n_a cidade pode ser baixado gratuitamente no formato PDF no site da editora.

Capa

Foi publicado a copilação de posts do blog (Vi)ver n_a Cidade nos formatos pdf e impresso.

SILVA, F. D. ; QUITÉRIO, J. ; ALVES, J. P. ; KISHI, K. H. S. ; LAMIM-GUEDES, V. . (Vi)ver n_a Cidade: Ocupações de Espaços Urbanos. 1. ed. São Paulo: PerSe, 2016. v. 1. 162p .

Sinopse: Ocupar a cidade com intervenções tem sido o trabalho rotineiro de muitos artistas e anônimos. No fundo, o que eles e nós queremos é viver os espaços públicos, tomar o que é nosso, ocupar as ruas, transformar os muros, germinar bueiros, compartilhar o trânsito e (por que não?) fomentar todas essas ocupações pela e na internet – labirinto de ruas virtuais -, materializado na criação deste blog, que pretende mostrar perspectivas da arte, intervenções, comunicação e até mesmo dos grandes eventos, como Carnaval e Copa do Mundo, que também são formas de ocupação, de movimentos, de vibrações, de vida. Por meio do uso de fotos, vídeos e textos, pretendemos discutir a importância da ocupação dos espaços públicos, de que forma ela tem ocorrido, suas implicações na sociedade atual, as dificuldades encontradas pelas pessoas e artistas para essa ocupação e como os movimentos sociais têm se organizado para realizá-las e incentivá-las.

Leia mais sobre a obra: Livro de ex-alunos do Labjor discute a importância da ocupação dos espaços públicos

Para fazer o download do pdf gratuitamente acesse o link e para adquirir um exemplar impresso acesse aqui.

30 de agosto de 1999. Em Timor-Leste, sobre domínio indonésio, a ONU realizava o referendo sobre a independência

78, 50% escolheu a opção “Você rejeita a proposta de autonomia especial ao Timor-Leste, levando à separação de Timor-Leste da Indonésia?”

Saiba Mais: https://pt.wikipedia.org/…/Referendo_de_independ%C3%AAncia_…

O texto da Wikipedia é “informativo”, mas peca muito por não mencionar o que aconteceu depois: o setembro negro.

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p22Em vez de usar culpa e medo como mobilização social, é melhor acenar que a vida de baixo carbono pode ser mais significativa que a dos padrões atuais de consumo.

A psicologia climática e a filosofia ética convidam os ativistas socioambientais a repensar seu trabalho. A comunicação sobre mudança climática, nos últimos anos, vem enfatizando os eventos extremos, o derretimento das geleiras, as inundações, as secas e um assustador conjunto de catástrofes que já atingem a vida no planeta. Além disso, como o sistema de preços não sinaliza o real custo do que se produz e consome, parte cada vez maior da sociedade tem um padrão de vida que só se mantém por não respeitar os limites ecossistêmicos além dos quais a própria reprodução social está ameaçada.

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