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Resumo: As biografias de Charles Robert Darwin (1809–1882), geralmente, são realizadas utilizando metodologias de estudos históricos ou técnicas jornalísticas. No entanto, há aquelas que falham por “esquecer” de detalhes sobre a vida de Darwin. Com isto, tem-se uma visão equivocada ou estereotipada, tanto do processo evolutivo de forma geral, como da contribuição darwiniana para este. Neste grupo de biografias com visão distorcida, estão incluídas aquelas obras de contestação à teoria evolucionista, defendendo uma visão religiosa, incluindo entre estas, livros didáticos de escolas confessionais.

Neste estudo, analisamos três materiais didáticos de Biologia da terceira série do Ensino Médio, sendo um confessional. Foram acessados os trechos referentes à teoria evolutiva, com maior atenção à descrição da vida de Darwin, sobre o seu processo de produção intelectual e a história do darwinismo. Analisamos como os fatos científicos e históricos são apresentados nestes trechos, sobretudo se têm respaldos na literatura científica dedicada à História da Ciência. Além disto, discutimos como a forma de apresentação destas informações pode influenciar na compreensão da teoria evolutiva, na Alfabetização Científica e a relevância do uso da História da Ciência no Ensino de Ciências.

Palavras-chave: Evolução Biológica. Darwin. Lamarck. Ensino de Ciências. Livro Didático.

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Imagem da entrada do Estádio do Pacaembu, São Paulo-SP, onde está localizado o Museu do Futebol. Fonte: Kfouri (2017).

Resumo: Neste texto apresentamos um roteiro de visita ao Museu do Futebol, localizado em São Paulo-SP, com destaque para aspectos que não são o objeto central da exposição de longa permanente desta instituição, isto é, focamos a nossa proposta em discutir temas como a emergência da questão socioambiental, responsabilidade social empresarial, acessibilidade, racismo e gênero. Com este roteiro, esperamos incentivar visitas a esta instituição museal, assim como a outras, de forma a favorecer um debate interdisciplinar envolvendo aspectos de temas socioambientais.

Palavras-chave: Sustentabilidade; Educação Museal; Museu; Educação Ambiental Não-formal.

LAMIM-GUEDES, V.. Proposta de roteiro de visita museal para discutir futebol, meio ambiente e responsabilidade social empresarial. EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM AÇÃO, v. 62, 2017.

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RESUMO: Neste texto, apresentamos ações de educação ambiental e ensino de biologia desenvolvidas no Instituto Educadores Sem Fronteiras (ESF), São Paulo-SP, envolvendo uma abordagem interdisciplinar, lúdica, tecnologias de informação e comunicação, incentivo à participação dos alunos e a contextualização. Relatamos aulas integradas de biologia e química sobre crise hídrica, árvore da vida e estados da matéria e atividades desenvolvidas em algumas aulas, como projeto, e ações extraclasse. O processo aprendizagem foi contínuo, sendo desenvolvido ao longo do ano e não de forma pontual, em concordância com os principais pressupostos da educação ambiental e científica. Relevante e fundamental para o processo foi o intenso engajamento dos alunos no debate socioambiental, durante as atividades descritas.
PALAVRAS-CHAVE: Contextualização. Pedagogia socioconstrutivista. Interdisciplinaridade. Educação em ciências não-formal. Educação ambiental não-formal.

REnBio – Revista de Ensino de Biologia da SBEnBio – ISSN: 1982-1867 – vol. 10, n. 1, p. 22-38, 2017. Disponível em http://www.sbenbio.org.br/revista/index.php/sbenbio/article/view/40/4

 

Resumo: Alfabetização científica refere-se a um processo de obtenção de informações tecnocientíficas, mas também de compreensão de como a ciência funciona. Neste texto, partimos do conceito de alfabetização científica para analisar a relevância deste para o ensino de ciências e educação ambiental. No escopo deste trabalho, também trataremos das metodologias ativas, como a aprendizagem baseada na resolução de problemas e trabalhos de campo. Desta forma, os professores de ciências e educadores ambientais podem usar as perspectivas da alfabetização científica e das metodologias ativas para buscar um ensino mais crítico, contextualizado e que permita a formação de cidadãos que possam responder à crise civilizatória.

Palavras-chave: Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas; Temas Geradores, Paulo Freire; Crise Ambiental; Ciência.

Referência: LAMIM-GUEDES, V. Alfabetização científica, contextualização e metodologias ativas no ensino de ciências e educação ambiental. Ensino, Saúde e Ambiente, v. 10, n. 1, pp. 238-256, Abril, 2017.

Texto completo Disponível em <http://ensinosaudeambiente.uff.br/index.php/ensinosaudeambiente/article/view/632/280>.

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Figuras a-f: a) e b) Paisagem do município de Dom Viçoso; c), d) e e) moradores  de Dom Viçoso que utilizam plantas medicinais; f) Eucalyptus sp. ; g) Plectranthus barbatus Andrews.

Resumo: Realizou-se um levantamento de plantas medicinais em relação ao uso, modo de preparo e frequência de uso das mesmas utilizadas pelos moradores no Município de Dom Viçoso, Minas Gerais. Foram realizadas entrevistas de março a maio de 2009, com pessoas de ambos os sexos. Foram realizadas 15 entrevistas, a partir das quais foram registradas 36 espécies de plantas consideradas medicinais, distribuídas em 17 famílias botânicas. Nesse contexto, verificou-se que o uso tradicional de plantas medicinais vem perdendo espaço gradativamente ao longo das gerações para outras formas de tratamento, situação que deve ser revertida em vista dos benefícios para a população das plantas medicinais.

Palavras-chave: Plantas medicinais; Ecologia de Saberes; Fitoterapia.

PAIS, C. J. ; LAMIM-GUEDES, V. . Conhecimento e uso popular de plantas medicinais em Dom Viçoso, MG: uma abordagem etnobotânica. Educação Ambiental em Ação, v. 59, 2017. Disponível em http://www.revistaea.org/artigo.php?idartigo=2701.

Resumo: Qual o principal desafio para a educação no século XXI? Neste texto, buscamos responder a esta resposta discutindo sobre os temas: volume de informação que temos acesso diariamente, uso de TICs, as inovações e a atuação dos professores em sala de aula. Estes assuntos, quando relacionados entre si, exigem diversas habilidades e competências dos alunos entendidas como diferentes formas de alfabetização (científica, digital ou informática e a midiática), que são essenciais para o exercício da democracia. Atender às demandas do século XXI exige que as ações educativas favoreçam uma compreensão adequada da vida em sociedade, incluindo os direitos humanos, a igualdade e o desenvolvimento sustentável. Neste cenário, o professor é um facilitador da obtenção de conhecimento pelo aluno, sendo é essencial reconhecer o papel político da educação, como fez o educador brasileiro Paulo Freire (1921-1997) em sua obra, sobretudo ao apresentar uma concepção libertadora da educação.

Palavras-chave: Paulo Freire; Alfabetização Científica, Alfabetização Digital; Alfabetização Midiática.

LAMIM-GUEDES, V. As Diversas Alfabetizações: Desafios da Docência no Século XXI. Gestão Universitária, 31/08/2016.

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[Jornal da CiênciaRedPOP, Latu e Unesco acabam de publicar uma análise comparativa de políticas públicas em 14 países da América Latina destinadas a desenvolver a cultura científica dos cidadãos

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura do Escritório Regional de Ciência da Unesco para a América Latina e Caribe, a Rede de Popularização da Ciência e Tecnologia na América Latina e Caribe (RedPOP) e Latu acabam de publicar uma análise comparativa de políticas públicas na América Latina destinadas a desenvolver a cultura científica dos cidadãos.

A publicação “Políticas públicas e instrumentos para o desenvolvimento da cultura científica na América Latina” reúne uma análise de políticas em divulgação científica de 14 países da América Latina. O documento é dividido em duas partes: a primeira é um panorama geral da cultura científica na América Latina, e a segunda apresenta o perfil detalhado de cada país analisado.

A publicação foi realizada por Ernesto Fernández Poulcuch, chefe da sessão Política Científica e Colaborações da Unesco; Alessandro Bello, consultor do Programa de Política Científica e Fortalecimento de Capacidades, do escritório regional de Ciência da Unesco para a América Latina e do Caribe; e Luisa Massarani, diretora executiva da RedPop e pesquisadora do Museu da Vida, Casa de Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, Brasil.

A publicação está disponível gratuitamente no site: http://bit.ly/1TuIddz

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