[Unesp Ciência] Em 1975, ano internacional da mulher, a ONU começou a celebrar o Dia Internacional da Mulher em 8 de março. Dois anos depois esta data passa a ser celebrada todos os anos dentro da Organização.

É quase que uma discussão lugar-comum que o dia 8 de março não esteja aí para celebrarmos a feminilidade da mulher, sua beleza, sua meiguice presenteando-a com uma flor. Ainda assim, todos os anos precisamos relembrar que há outras coisas a serem discutidas. Nem todas as mulheres são assim femininas, meigas, sensíveis, cada mulher é única em sua experiência, vivência e vida. Se ainda importa ao mundo violento que permaneçamos mulheres sensíveis, femininas, belas segundo um padrão imposto a nós e que estes sejam os únicos atributos que possuímos e que têm valor, é preciso deixar evidente que esta é uma prática carregada de machismos. E o machismo não é meigo, bonito, sensível, ele é uma violência de gênero. Diante disso, no dia 8 de março precisamos falar sobre as violências que as mulheres sofrem diariamente e lutar contra elas. O machismo é parte de um sistema hierárquico perverso de gênero, classe, raça, sexualidade, religião. E esse sistema, que funciona muito bem, pode, mais uma vez, também no dia 8 de março, ser questionado e enfrentado através da nossa resistência.

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