A ciência acontece fora do papel

Luiz Bento

Pós-doutorando do Instituto de Biologia da UFRJ, Luiz Bento defende a importância do uso das redes sociais para discussões acadêmicas e divulgação científica.

Se no passado tudo que acontecia de importante na ciência estava nos periódicos, hoje a dinâmica é outra. Muitas discussões cientificamente relevantes acontecem nas redes e estar fora delas pode significar desatualização. (foto: Martin Simonis/ Sxc.hu)

Minha geração provavelmente foi a última que utilizou de forma plena o ‘paper‘ propriamente dito. Quando eu queria um artigo que não estava presente na biblioteca de periódicos científicos da minha universidade, tinha que recorrer à base Comut. Para quem não está muito familiarizado com esse termo, a base Comut era um sistema muito avançado de busca de artigos no início do século 21 e que ainda existe.

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No admirável mundo novo, onde a divulgação científica entrou até no Lattes (de forma tímida, diga-se de passagem), os laboratórios que contam com alunos conectados em redes sociais estão no caminho certo. Porque ciência não se faz mais apenas nos periódicos científicos. E as salas de convivência dos laboratórios onde as melhores ideias são criadas, discutidas e compartilhadas agora não têm muros.

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