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Para visitar o país, é preciso ter atenção e cuidado

[O Estado de São Paulo] Foram 24 anos de ocupação militar da Indonésia antes de conquistar a independência, oficialmente em 2002. Quando saiu do país, que foi colônia portuguesa até 1975 e ainda hoje tem o idioma dos patrícios como uma de suas línguas oficiais (ao lado do tetum), o exército indonésio deixou um rastro de destruição que acabou ofuscando as belezas dessa pequena e jovem nação.

As águas azuis e transparentes de seu litoral atraem muitos mergulhadores para a porção leste da ilha de Timor. Mas o turismo por lá ainda engatinha e tem limitações – é preciso ter espírito de aventura para descobrir os atrativos da capital, Dili, e do resto do país. Aventura esta que começa em um princípio básico: como chegar.

É preciso vir de Bali, na Indonésia, ou de Darwin, na Austrália, para desembarcar em Dili, uma cidade ainda com pouco trânsito, prédios coloniais em processos de restauração conduzidos no ritmo do dinheiro disponível, e praias com número razoável de frequentadores – alguns estrangeiros, inclusive. Ponto central na capital, o Tais Market vende artesanato típico, moedas antigas e outros tipos de itens curiosos.

Do Cristo Rei, espécie de Cristo Redentor local, uma vista privilegiada da região. Mas é preciso ter atenção com a segurança. Por isso, se decidir ir, fique atento no site.

ADRIANA MOREIRA