[JC mail] Bráulio Ferreira de Souza Dias, atual secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, inicia o trabalho como secretário-executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB) com vários desafios pela frente – o maior, talvez, seja convencer a sociedade que o atual processo vertiginoso de perda de recursos naturais é tão desastroso para o mundo quanto a crise climática.

“Na área do clima, a ficha da sociedade já caiu. Na biodiversidade, a rota em que estamos levará a desastres ambientais enormes, mas é mais difícil de a população enxergar” Leia o resto deste post »

[UFZ] INRA and CNRS French scientists and a UFZ German scientist found that the worldwide economic value of the pollination service provided by insect pollinators, bees mainly, was €153 billion in 2005 for the main crops that feed the world. This figure amounted to 9.5% of the total value of the world agricultural food production. The study also determined that pollinator disappearance would translate into a consumer surplus loss estimated between €190 to €310 billion. The results of this study on the economic valuation of the vulnerability of world agriculture confronted with pollinator decline are published in the journal “ECOLOGICAL ECONOMICS”. Leia o resto deste post »

Elis Regina (Porto Alegre, 17 de março de 1945 – São Paulo, 19 de janeiro de 1982).

30 anos sem Elis, ela faz muita falta! Poderia escrever muito sobre a qualidade musical dela, mas prefiro escutar suas músicas, ela já provam a qualidade desta cantora por si só.

O livro Agrotóxicos no Brasil – um guia para ação em defesa da vida é uma produção revestida de caráter histórico. Leitura essencial para quem luta na defesa da vida e por um modelo de desenvolvimento alternativo para o campo.

LONDRES, Flavia. Agrotóxicos no Brasil: um guia para ação em defesa da vida. – Rio de Janeiro: ASPTA – Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa, 2011. 190

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ORTIGOZA, SILVIA APARECIDA GUARNIERI e CORTEZ, ANA TEREZA C. (Organizador)

Sinopse

O livro discute e estimula reflexões de como as relações de consumo podem comprometer a qualidade de vida, a justiça social e a sobrevivência do planeta. Aborda os impactos socioambientais das ações do homem nas esferas da produção, circulação e consumo, alertando para a necessidade de se adotar um uso mais sustentável do meio ambiente. Leia o resto deste post »

Suplemento Especial do jornal Le Monde Diplomatique Brail – Dezembro 2011.

Leia on-line

“Algumas sociedades trataram amigavelmente as florestas e foram sustentáveis, enquanto outras, que não souberam fazê-lo, entraram em colapso. Lições podem ser aprendidas com os exemplos do Japão e da Ilha de Páscoa”

Por Maurício Andrés Ribeiro (*)

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Autor: Fabiano Ávila   –   Fonte: Instituto CarbonoBrasil/Agências Internacionais

Pela primeira vez um estudo comprova que quanto mais diverso é um ecossistema mais ele é resistente aos efeitos negativos do aquecimento global e à desertificação

Publicado na atual edição da revista Science, “Plant Species Richness and Ecosystem Multifunctionality in Global Drylands” é resultado do trabalho de mais de 50 cientistas de 14 países que analisaram ecossistemas de todos os continentes e concluíram que a diversidade das espécies de plantas é fundamental para evitar a desertificação e as piores consequências das mudanças climáticas.

“O que descobrimos sugere que a diversidade das plantas é especialmente importante para manter funções ecossistêmicas ligadas ao ciclo do carbono e nitrogênio, que são fundamentais para o sequestro de gases do efeito estufa e para a fertilidade do solo”, afirmou David Eldridge, um dos coautores do estudo. Leia o resto deste post »

CARLOS H. SAITO
Resumo: O texto problematiza os desafios postos aos gestores públicos que lidam com a necessidade de gerir recursos para apoio a projetos de educação ambiental relacionados à gestão de recursos hídricos. As questões centrais apresentadas são: “Qual Educação Ambiental (EA) cabe fomentar?”, “Que concepção de recurso hídrico estamos assumindo?” e “Quando um projeto de EA tem a ver com recursos hídricos e vice-versa?”. Estas questões são respondidas a partir do reconhecimento da legitimidade e necessidade do Estado em assumir seu papel coordenador, seletivo e indutor, e à luz de diversos estudos de caso. Argumenta-se que não basta ao Estado fomentar projetos, sendo necessário que esse mesmo Estado se estruture para ser capaz de conhecer e avaliar a magnitude e a distribuição das diferentes modalidades de apoio concedidas, assumindo também um papel investigativo de sua própria ação e prática. Acredita-se assim poder manter a coerência entre os resultados das ações e os princípios geradores das mesmas, atendendo ainda os objetivos fundamentais da educação ambiental expressas na Política Nacional de Educação Ambiental.

Artigo publicado na Ambiente e Sociedade. vol.14 no.1 Campinas jan./jun. 2011

Texto Completo

6/12/2012. Programa Justiça e Democracia da Associação de Juízes para a Democracia sobre o programa de cooperação entre países lusófonos e Timor-Leste. Este programa trata da manutenção de professores lusófonos visitantes na Universidade Nacional de Timor-Leste, a começar em fevereiro/2012, do qual o autor deste blog faz parte.

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